país que seu.... Cinqüenta anos você esteve na América--muitos anos aceso
esta fazenda. E você ama esta terra.... Meu Deus! gere, não enlate o e homens
como você veja a verdade?"
"Sim, eu posso", tristemente respondeu o homem velho. "A verdade é nós perderemos o
terra. Aquele Anderson ganancioso me partirá de carro."
"Ele não vai. Ele está bem--Kurt generoso", afirmado, seriamente. "Tudo ele
querido era ver os prospectos da colheita e talvez o ajudar.
Anderson não teve interesse no dinheiro dele durante três anos. Eu apostarei
ele é interesse liquidado exigido pelos outros acionistas naquele banco você
pedido emprestado de. Por que, ele é nosso amigo!"
"Sim, e eu vejo mais", estrondou o pai. "Ele foi buscar a moça dele para cima aqui
fazer olhos a meu filho. Eu a vi--a moça astuta!... Menino, você não vai
a se case!"
Kurt sufocou a raiva de ascensão dele atrás.
"Certamente eu nunca vou", ele disse, amargamente. "Mas eu vou se ela tivesse
eu."
"O que!" trovejado Dorn, as fechaduras brancas dele se levantando e tremendo como o
juba de um leão. "A filha daquele banqueiro de trigo! Nunca! Eu proibo isto. Você
não se casará nenhuma menina americana."
"Gere, este é discurso inativo", tolo, chorou Kurt, com uma advertência alta,
note na voz dele. "Eu tenho nenhuma idéia de se casar.... Mas se eu tivesse um--quem
outro eu poderia me casar menos uma menina americana?"
"Eu venderei o trigo--a terra. Nós voltaremos para a Alemanha!"
Isso estava enlouquecendo a Kurt. Ele pulou para cima, enquanto enviando pratos ao chão
com um estrondo. Ele se agachou para bater a mesa com um punho. Violento
fala o sufocou e ele sentia um resfriado, branqueando apertado da face dele.
"Escute!" ele tocou fora. "Se eu vou para a Alemanha que será como um soldado--para
mate os alemão!... Eu sou terminado--eu estou terminado com o mesmo nome.... Escute
as últimas palavras eu já falarei com você em alemão--o último! Inferno de _To com
Germany_!"
Então Kurt mergulhou, encubra na paixão dele, fora da porta na noite.
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