de feno recentemente cortado que cheirou tão fresco e doce ela quis rolar, e
ela teve que correr. Dois grandes vagões com quatro cavalos cada estava sendo
carregado. Lenore soube que todos os trabalhadores excluem um. Silas Warner, um velho,
fazendeiro cinza-encabeçado, tinha estado com o pai dela contanto que ela pudesse
se lembre.
"Whar você goin', moça?" ele chamou, como ele parou para esfregar a face vermelha dele
com um lenço enorme. "Está muito quente para para correr o modo você é um-doin.'"
"Oh, Silas, é uma manhã principal!" ela respondeu.
"Por que, assim 'tis! O hyar de feno de Pitchin me fizeram pensar que estava quente", ele disse, como
ela tropeçou em. "Agora, moça, não suba os trigo-campos."
Mas Lenore ouviu heedlessly, e ela correu em gaveta que ela veio ao uncut
alfafa que impediu o progresso dela. Um espaço maravilhoso de verde e
roxo estirou fora antes dela, e nisto vadeou ela. Subiu
os joelhos dela, rico, grosso, macio, e redolent de flor e madureza. Duro
pisotear isto logo conseguiram ser. Ela cresceu quente e ofegante, e as pernas dela
doído da força gastada fazendo progresso pelos enroscaram
feno. Afinal ela quase estava do outro lado do campo, longe dos cortadores, e
aqui ela se arremessou, rolar e apartamento de mentira e contempla para cima pelo
profundamente cerúleo de céu, wonderingly, como se penetrar seu segredo. E então
ela escondeu a face dela nas densidades fragrantes que pareciam forçar um
sussurre dela.
"Eu desejo saber--como vá eu sinto--quando eu o vejo--novamente.... Oh, eu desejo saber!"
O som das palavras sussurradas, a pergunta, o inevitableness de
algo os traidores involuntários, provaram para os sonhos felizes dela, ela
garantia, a compostura dela. Ela tentou escavar debaixo do feno, esconder,
daquele tremendo olho luminoso-azul, o céu. De repente ela se deita mesmo
aquiete, enquanto sentindo o brilho estranho e pulse e raça do sangue dela, sentindo,
o mistério do corpo dela, tentando localizar as emoções, controlar isto,
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