agora." Anderson se resignou, evitou a face dele de forma que ele não pôde
veja Nash que estava consertando com a máquina. Lenore acreditou isso então
Nash tinha protelado a máquina deliberadamente ou tinha desordenado algo, para
permitir a fuga do carro estranho à frente. Ela viu isto virar fora o
estrada longa, direta à frente e desaparece à direita. Depois de alguns
a demora de atas Nash retomou o assento dele e começou o carro mais uma vez.
Do topo da próxima colina Lenore viu a fazenda de Dorn e casa. Todos o
trigo olhado tostado. Porém, ela se lembrou que a seção de
posição de grão promissora no declive de norte, e então longe da vista de
onde ela era.
"Olhares tão ruim quanto qualquer", disse o Anderson. "Bom-por para meu dinheiro."
Lenore fechou os olhos dela e pensamento dela, o estado dentro dela. Ela
parecido tranqüilo, e contente ter primeiro quase isso parte da viagem
terminado. O motivo dela vindo não era agora a coisa impelindo que teve
a atuado.
Quando logo o carro a reduzido a velocidade ouviu o dela gere diga, "Dirija dentro pelo
casa."
Então Lenore, enquanto abrindo os olhos dela, viu o portão, o pequeno pomar em bom estado,
com sua sombra escassa, a casa afetado pelo tempo velha cinza que ela
se lembrado tão bem. A varanda grande olhou, enquanto convidando, como era sombrio e
estava de acordo uma cadeira de balanço velha e um banco com almofadas azuis. Uma porta estava
largo aberto. Ninguém parecia estar nas premissas.
"Nash, assoe seu chifre um' então cace ao redor para alguém", disse o Anderson.
"Venha, adquira fora, Lenore. Você deve ser semimorto."
"Oh não. Só meio pó e meio fogo", Lenore respondido, rindo, como ela
saído. Isso que um alívio para adquirir liberta de casaco, véus, gorro, e sentar
em uma varanda sombria onde uma brisa lânguida assoou! Só àquele momento ela
ouvido um baixo, distante estrondeando. ! A emocionou. Jake trouxe
o dela um resfriado, bebida refrescante, e ela o mandaram de volta depois de outro. Ela
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