Lenore ficou firme até que gotas de chuva pesadas caíram grossas e rápidas em
o dela, afundando pela cintura magra dela para emocionar a carne dela; e então, com
uma última chamada alegre para esses dois amantes de homem de trigo e tempestades, ela correu para
a varanda.
Lá eles a, Anderson soprando e sorrindo, uniram Dorn ainda com
aquele olhar extasiado na face dele. A chuva varreu e rugiu no telhado,
enquanto ao redor de era listrado cinza.
"Menino, há seu trinta-mil-dólar chuva!" Anderson gritado.
Mas Dorn não ouviu. Uma vez ele sorriu a Lenore como se ela fosse o bem
fada que tinha provocado este milagre. No olhar dele teve Lenore mais profundamente
realização dele, de natureza, e de vida. Ela amou chuva, mas sempre,
thenceforth, ela reverenciaria isto. Fragrância fresca, fresca de um renovado
terra encheu o ar. Tudo aquilo cor cinza parda da terra tinha desaparecido,
e estava molhado e verde e luminoso. Até mesmo como contemplou ela que a água parecia
penetrar como caiu, um alívio precioso para terra sedenta. O trovão
rolado fora para o leste e a tempestade passou. O seguinte de nuvens magro
logo clareado longe do céu ocidental, chuva-lavou e azula, com um
arco-íris que encurva até enterra suas cores primorosas no trigo dourado.
CAPÍTULO VIII
A viagem segurou muitas diferenças incalculáveis para casa do
dúvidas incertas e teme isso tinha atormentado Lenore no externo
viagem.
Por muito tempo ela sentia o gancho morno, apertado da mão de Dorn em seu como
ele tinha dito bom-por. Muito evidentemente ele acreditou que isso era ser o último dele
visão dela. Lenore nunca esqueceria do olhar que parecia tentar
queime a imagem dela sempre na memória dele. Ela sentia que eles se encontrariam
novamente. Pensamentos solenes revolveram na mente dela; ainda, ela não estava infeliz.
Ela tinha dado muito unsought, mas o retorno para ela parecia crescendo todo
momento que ela viveu.
O pó tinha sido se conformado pela chuva com muitas milhas; porém, além de
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