Lenore não teve nenhuma resposta para fazer. O pai dela parecia perder paciência com
Jake, mas depois que a hesitação de um momento decidisse não expressar isto.
Nash não era de forma alguma um bem nem um motorista cuidadoso, e
esta manhã era evidente ele não teve a mente dele no negócio dele.
Havia bate na estrada de pomar onde os fossos de irrigação
cruzado.
"Diga, você deveria ser drivin' um feno-vagão", Anderson chamado,,
sarcasticamente.
A Vale ele ordenou o carro parado no poste-escritório, e, contando
Lenore ele poderia ser detido alguns momentos, ele entrou. Nash seguiu,
e agora voltou com um pacote de cartas. Ao levar o assento dele
no carro ele sortiu as cartas um dos quais, um grande, grosso
envelope, manifestadamente lhe deu satisfação entusiasmada. Ele os embolsou
e virou a Lenore.
"Ah! Eu o vejo adquirir cartas--de uma mulher", disse ela, enquanto fingindo um veneno
doçura de ciúme.
"Certamente. Eu não estou casado contudo", ele respondeu. "Lenore, ontem à noite,--"
"Você nunca se casará--para mim--enquanto você escreve a outras mulheres. Deixe
eu vejo aquela carta!... Me deixe ler isto--todos eles!"
"Não, Lenore--não aqui. E não fala tão alto. Seu pai será
vindo qualquer minucioso.... Lenore, ele me suspeita. E aquele vaqueiro sabe
coisas. Eu não posso voltar para a fazenda."
"Oh, você tem que vir!"
"Não. Se você me ama que você tem que escapar comigo para-dia."
"Mas por que a pressa?" ela atraiu.
"Está se pondo quente para mim."
"O que quer dizer você por isso? Por que você não explica a mim? Contanto que você
é tão estranho, tão misterioso, como eu posso confiar em você? Você me pede que corra
fora com você, contudo você não põe confiança em mim."
Nash cresceu pálido e sério, e as mãos dele tremeram.
"Mas se eu confiar em você, então você virá comigo?" ele examinou,
breathlessly.
"Eu não prometerei. Talvez o que você tem que contar provará--você--você
não me queira."
"Isto 'll provam eu faço", ele respondeu, apaixonadamente.
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