secamente. "Eu irei ver Dorn um' supere este negócio."
"Eu preferiria ir com você", Kurt apressadamente respondido,; e então, como se
percebendo uma descortesia parecendo nas palavras dele, a face dele ardeu, e ele
gaguejado: "Eu--eu não quero dizer isso. Mas o pai está em mau humor. Nós há pouco
disputado.--Eu lhe falei--sobre a guerra. E--Sr. Anderson,--I'm--eu sou um
pequeno amedrontado ele vai--"
"Bem, filho, eu não tenho nenhum medo, suspenso o rancheiro. "Eu enfrentarei o
leão velho na guarida dele. Você fala com Lenore."
"Por favor não fale da guerra", disse Kurt, appealingly.
"Não uma palavra a menos que ele comece roarin' a Tio Sam", o Anderson declarado,
com um centelhe nos olhos dele, e dirigiu em direção à casa.
"Ele rugirá, certo", disse Kurt, quase com um gemido. Ele soube isso que um
provação esperou o rancheiro, e ele odiou o fato que não pudesse ser
evitado. Então Kurt estava confuso, surpreendeu, enfurecido com ele em cima de
uma situação ele não tinha provocado e poderia perceber escassamente. Ele
ficado consciente de orgulho e envergonha, e algo como preto e desesperado
como desespero.
"Eu não o vi--antes de?" perguntado para a menina.
A questão surpreendeu e o Kurt emocionado fora do pensamento egocêntrico dele.
"Eu não sei. Você tem? Onde?" ele respondeu, enquanto estando em frente dela. Era um
alívio para achar que ela ainda evitou a face dela.
"Em Berkeley, na Califórnia, a primeira vez, e o segundo a Spokane,,
em frente à Escrivaninha", respondeu ela.
"Primeiro--e--segundo?... Você--você se lembrou de ambas as vezes!" ele estourou fora,
incredulously.
"Sim. Eu não vejo como eu poderia ter ajudado se lembrando." O riso dela era
baixo, musical, um pequeno apressado, contudo esfrie.
Dorn não estava familiarizado com meninas. Ele tinha trabalhado duro todos sua vida, lá,
entre esses abandonam colinas, e durante os poucos anos teve o pai dele
o permitido para educação. Ele soube trigo, mas nada do eterno
feminino. Assim era impossível ele agarrar que esta menina não era
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