parecia ver algo insidioso nesta atração com a que ele se ressentiu.
"Senhora, é inútil", ele respondeu gruffly. "Eu não faço a lei; EU
só tenha que apoiar isto. Todo cidadão bom é ligado a isso."
"Eu confio eu sou um cidadão bom", disse a Condessa, com um sorriso pálido, mas
mesmo wearily. "Ainda, eu deveria desejar ser deixado agora fora. Eu sofri
grandemente, terrivelmente, por esta catástrofe horrível. Meus nervos são totalmente
quebrado. É muito cruel. Porém, eu posso dizer nenhum mais, exclua para perguntar
que você deixará minha empregada vir a mim."
M. Flocon, ainda obstinado, vá nem mesmo consentimento a isso.
"Eu temo, senhora que pelo menos para o presente não lhe podem permitir
comunique com qualquer um, nem mesmo com sua empregada."
"Mas ela não é implicada; ela não estava no carro. Eu não a vi
desde então--"
"Desde então?" M. Flocon repetido, depois de uma pausa.
"Desde então ontem à noite, a Amberieux, aproximadamente oito horas. Ela me ajudou
dispa, e me viu a cama. Eu a despachei então, e disse que eu não devo
precise o dela até que nós chegássemos a Paris. Mas eu a quero agora, realmente eu faço."
"Ela não veio a você a Laroche?"
"Não. Eu não disse assim? O zelador,"--aqui ela apontou ao homem que
estava de pé, enquanto a encarando do outro lado da mesa,--"ele fez
dificuldades sobre o ser dela no carro, dizendo que ela veio muito freqüentemente,
ficado muito longo, que eu tenho que pagar pela cabina dela, e assim por diante. Não
veja por que eu deveria fazer isso; assim ela se afastou."
"Exclua de vez em quando?"
"Precisamente."
"E a última vez estava a Amberieux?"
"Como eu lhe falei, e ele lhe falará o mesmo."
"Obrigado, senhora, assim está bem". A rosa Principal da cadeira dele,
intimando claramente que a entrevista estava a um fim.
CAPÍTULO IV
Ele teve outro trabalho para fazer, e estava ansioso para chegar a isto. Assim ele deixou Bloco para
mostre para a Condessa atrás para o espera-quarto, e, motioning para o zelador
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