em parte fora do carro, era um bocado de branco ate, um pedaço de feminino
vestuário; embora que parte, ou como tinha vindo lá, não era imediatamente
óbvio a M. Flocon. Uma inspeção longa e minuciosa disto mordeu de ate,
o qual ele tinha cuidado para ainda não separar como do lugar em qual ele
ache, mostrou que estava roto, e desfiado, e jejum pegou onde
pendurou. Não poderia ter sido soprado lá por qualquer ar de chance; deve
foi rasgado do artigo para o qual pertenceu, tudo que que
possa be,--cabeça-vestido, nightcap, camisola, ou lenço. O ate
era de um tipo servir quaisquer destes propósitos.
Inspecionando mais adiante, M. Flocon fez uma segunda descoberta. No pequeno
mesa debaixo da janela era um comprimento curto de beading de jato preto, parte de
a decoração ou ornamentação do vestido de uma senhora.
Estes dois objetos de origem feminina--um em parte fora do carro, o
outro perto disto, mas totalmente dentro de--deu origem a muitas conjeturas. Conduziu,
porém, para a conclusão inevitável que uma mulher tinha estado em algum momento
ou outro na cabina. M. Flocon não pôde mas conecta estes dois achados
com o fato da janela aberta. O poder posterior, claro que, foi
o trabalho do próprio homem assassinado a uma hora mais cedo. Ainda é
incomum, como imaginou o detetive, para um passageiro, e especialmente um
Italiano, mentir debaixo de uma janela aberta em uma dormente-cabina quando travelling
por trem de expresso antes de luz do dia em março.
Quem abriu aquela janela, então, e por que? Talvez alguns fatos adicionais podem
seja achado no lado de fora do carro. Com esta idéia, M. Flocon deixou isto,
e passou em para a linha ou modo permanente.
Aqui ele se achou uma transação boa debaixo do nível do carro. Estes
dormentes não têm nenhum pé-tábua como carruagens ordinárias; acesso para eles é
ganhado de uma plataforma pelos passos a cada fim. O Chefe era com falta de
estatura, e ele poderia chegar só a janela fora chamando um de
os guardas e ordenando que ele fizesse a escada de mão pequena (la de _faire delicada
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