apreensão. "Não! Através de jingo, nós estamos afrouxando velocidade--."
"Por que não deva nós? Está certo o condutor, ou chefe do trem, ou
tudo que você o chama, deveria saber o que aconteceu."
"Por que, tripule, você não pode ver? Enquanto o trem é que travelling expressam, todo
a pessoa tem que ficar a bordo disto; se reduzir a velocidade, é possível deixar isto."
"Quem quereria deixar isto?"
"Oh, eu não sei", disse o General, bastante testily. "Qualquer modo, o
coisa fez agora."
O trem tinha tirado para cima em obediência para o sinal de alarme dado por
uns um no dormente-carro, mas por quem era impossível dizer. Não
pelo zelador, porque ele parecia muito surpreendido como o condutor surgiu
para ele.
"Como você soube?" ele perguntou.
"Saiba! Saiba isso que? Você me parou."
"Não."
"Quem tocou a campainha, então?"
"Não. Mas eu estou alegre você veio. Houve um crime--assassinato."
"Céus!" chorou o condutor, enquanto saltando para cima em para o carro, e
entrando imediatamente na situação. O negócio dele só era verificar o
fato, e leva todas as precauções necessárias. Ele era um forte, rude,
pessoa peremptória, o funcionário francês despótico, presunçoso que
sabido o que fazer--como pensou ele--e fez isto sem hesitação ou
desculpa.
"Ninguém tem que deixar o carro", ele disse em um tom a não ser entendido mal.
"Nenhum agora, nem em chegada na estação."
Havia um grito de protesto e espanta que ele rapidamente cortado curto.
"Você terá que organizar isto com as autoridades em Paris; eles podem
só decida. Meu dever está claro: o deter, o coloque abaixo
gaveta de vigilância então. Depois, nós veremos. Bastante, cavalheiros e
senhora"--
Ele se curvou com a galantaria instintiva da nação dele à fêmea
figura que agora se apareceu à porta do compartimento dela. Ela estava de pé para
um momento escutando, aparentemente muito agitado, e então, sem um
formule, desapareceu, enquanto se retirando apressadamente nela próprio quarto privado onde
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