estação.
Então os funcionários procederam ao carro como o qual ainda permaneceu o
Detetive principal tinha deixado isto.
Aqui eles acharam logo como há pouco era as previsões do General.
XI DE CAPÍTULO
Os três funcionários foram diretamente para onde a janela aberta imóvel mostrou
a mancha particular a ser examinada. O exterior do carro era um pouco
sujado e manchou com o pó da viagem, enquanto mentindo grosso em partes,
e em outros havia alguns grande splotches de lama engessados em.
O detetive pausou para um momento para adquirir uma visão geral, enquanto olhando, no
luz da sugestão do General, para mão ou pé marcas,
qualquer coisa como um rastro da passagem de uma saia feminina, pelo
superfície parda.
Mas nada seria visto, nada definido ou conclusivo pelo menos.
Só aqui e lá alguns linhas e arranhões que poderiam estar encorajando,
mas provou pequeno.
Então o Comissário, chamando mais próxima, chamada atenção a alguns,
manchas suspeitas borrifaram sobre a janela, mas sobre isto para o
telhado.
"O que é?" perguntado para o detetive, como o colega dele com o ponto de
a unha de dianteiro-dedo longa dele escolheu à crosta magra no topo de um de
estas manchas, descobrindo uma escuridão, caroço viscoso.
"Eu não pude jurar isto, mas eu acredito que é sangue."
"Sangue! Céus!" chorou o detetive, como arrastou ele o poderoso dele
lupa fora do bolso dele e aplicou isto à mancha. "Olhe, M.
le Juge", ele somou, depois de um exame longo e minucioso. "O que o dizem?"
"Tem aquele aparecimento. Só evidência médica pode decidir positivamente,
mas eu acredito que é sangue."
"Agora nós somos à direita rasto, eu sinto convencido. Uns um vai buscar um
escada de mão."
Um destas escada de mão francesas curiosas, estreite ao topo, alargado fora a,
a base, foi apoiado depressa contra o carro, e o detetive correu para cima,
usando o magnifier dele como escalou ele.
"Há mais aqui, muito mais, e algo como--sim, além de pergunta
é--a impressão de duas mãos no telhado. Estava aqui ela escalou."
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