Arthur Griffiths

O Expresso de Roma

	

"Nenhuma dúvida. Eu posso ver agora exatamente isto. Ela sentaria na borda de janela,
os mais baixos membros dentro do carro aqui e segurou lá. Então com as mãos dela
ela se prepararia o telhado", disse o Juiz.

"Mas que nervo! que força de braço!"

"Era vida e morte. Dentro do carro estava perigo mais terrível. Medo
fará muito em tal um caso. Todos nós sabemos isso. Bem! o que mais?"

Antes deste tempo o detetive tinha pisado em para o telhado do carro.

"Mais, mais, muito mais! Pegadas, tão claro quanto um quadro. Uma mulher
pés. Espere, me deixe os seguir ao fim", disse ele, cautiously rastejando,
adiante para o fim do carro.

Um minuto ou dois mais, e ele reuniu os colegas dele no chão
nivele, e, esfregando as mãos dele, joyously declarado que era tudo
perfeitamente claro.

"Perigoso ou não, difícil ou não, ela fez isto. Eu a localizei;  tenha
visto onde ela tem que ter lain que já abaixa tão longo, a seguiu tudo
ao longo do topo do carro, para o fim sobre onde ela baixou o pequeno
saída de plataforma. Sem dúvida ela deixou o carro quando parou, e por
arranjo com o confederado dela."

"A Condessa?"

"Quem mais?"

"E a um ponto perto de Paris. O General inglês disse que a parada era dentro
vinte atas corrida da estação."

"Então é daquele ponto nós temos que começar nossa procura para ela. O
Italiano foi no cheiro errado."

"Não necessariamente. A empregada, nós podemos estar seguros, tentará comunicar com
o amante dela."

"Ainda, seria bem a afiançar antes de ela pudesse fazer que", disse o
Juiz. "Com tudo sabemos nós agora, uma interrogação afiada poderia extrair alguns
admissões muito prejudiciais dela", foi no detetive, avidamente. "Quem
é ir? Eu despachei ambos meus assistentes. Claro que eu posso telefonar
para outro homem, ou eu poderia me ir."

"Não, não, querido colega, nós não o podemos poupar só contudo. Telefone por tudo
meios. Eu presumo você desejaria estar presente ao resto do
interrogatórios?"	

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