ele para Mazas e o segura lá em prisão solitária debaixo de nossas mãos.
Depois de um dia ou dois disso ele pode vem menos difícil."
"Está bastante claro ele foi drogado, que a empregada pôs ópio ou láudano
na bebida dele a Laroche."
"E bastante disto aparentemente, porque ele diz que ele foi embora dormir diretamente
ele voltou ao carro", o Juiz observou.
"Ele diz assim. Mas ele deve ter tido uma segunda dose, ou por que era o frasco
ache no chão pelo assento dele?" perguntado para o Chefe, pensativamente, como muito
dele a partir dos outros.
"Eu não posso acreditar em uma segunda dose. Como foi administrado--por quem? Isto
era láudano, e só poderia ser dado em uma bebida. Ele diz que ele teve nenhum
segunda bebida. E por quem? A empregada? Ele diz que ele não viu a empregada
novamente."
"Me perdoe, le de M. Juge, mas faz você não dá muita credibilidade para o
zelador? Para mim, a evidência dele é estragada, e eu apenas acredito uma palavra de
isto. Feito ele não me fala no princípio ele não tinha visto esta empregada depois
Amberieux às 8 DA TARDE? Agora ele admite que ele estava bebendo com ela ao
esbofeteie a Laroche. É todos um tecido de mentiras, o perdendo dele o
bolso-livro e os documentos dele também. Há algo que esconder. Até mesmo seu
sonolência, a estupidez dele, terá sido assumida provável."
"Eu não penso que ele está agindo; ele não tem a habilidade para nos enganar gostar
isso."
"Bem, então, isso que se a Condessa o levasse a segunda bebida?"
"Oh! oh! Isso é a mais pura conjetura. Não há nada tudo que para
sugira ou apóie que."
"Então como explica o achado do frasco perto do assento do zelador?"
"Pode não ter sido derrubado lá de propósito?" ponha no Comissário,
com outro flash de inteligência.
"De propósito?" examinado o detetive, crossly, prevendo uma resposta que
não o agradaria.
"De propósito trazer suspeita na senhora?"
"Eu não vejo isto naquela luz. Isso insinuaria que ela não estava dentro o
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