Arthur Griffiths

O Expresso de Roma

	
mudança vem isto."

"De que caráter?"

"Era um olhar de horror, repugne, surprise,--um pequeno talvez de
todos os três;  Eu não pude dizer que totalmente, enfraqueceu tão depressa e
foi seguido por um resfriado, palidez de deathlike. Então quase imediatamente
ela abaixou o véu dela."

"Você poderia formar alguma explicação para o que você viu na face dela? O que
causado isto?"

"Algo inesperado, eu acredito, algum choque, ou a visão de
algo chocando. Isso era como me golpeou, e tão violentamente
que eu virei examinar meu ombro, enquanto esperando achar o
argumente lá. E era."

"Aquela razão--?"

"Era a entrada do italiano que só veio atrás de mim. Eu sou
certo disto;  ele quase me falou assim ele, não em palavras, mas
o mistakable olham de soslaio ele a deu em resposta. Era mau, sardônico,
diabólico, e provou sem dúvida que havia algum secreto, alguns
segredo culpado talvez, entre eles."

"E era que tudo?" chorado o Juiz e M. Flocon dentro um
respiração, apoiando adiante na ânsia deles/delas para ouvir mais.

"Para o momento, sim. Mas eu fui feito tão interessado, tão suspeito
por isto, que eu assisti o italiano de perto, enquanto esperando, esperando,
mais adiante desenvolvimentos. Eles eram longos vindo;  realmente, eu só sou
ao fim agora."

"Explique, reze, tão depressa quanto possível, e em suas próprias palavras."

"Estava assim, monsieur. Quando nós estávamos todo sentados, eu olhei
círculo, e não viu nosso italiano no princípio. Afinal eu descobri
ele tinha se sentado, por modéstia talvez, ou ser fora de
observação--como era eu para saber? Ele sentou na sombra por uma porta,
na realidade, que que conduz neste quarto. Ele estava assim dentro o
fundo, bastante fora do modo, mas eu poderia ver os olhos dele
brilhando dentro aquele longe-fora canto, e eles foram se recolhidos nosso
direção, sempre fixada na senhora, que você entende. Ela era
logo eu, o tempo inteiro.

"Então, como você se lembrará, monsieur, você nos chamou em um por	

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