cabelo moreno, preto."
"É a própria empregada!" chorou o pequeno Chefe, enquanto pulando para cima e
esbofeteando a coxa dele em glee exuberante. "A empregada! o perdendo
empregada!"
XIV DE CAPÍTULO
A alegria do Chefe de Detetives a ter vindo assim, como ele
suposto, no rasto da empregada perdida, Hortense Petitpre,
foi colidido um pouco livremente pelas dúvidas expressas pelo Juiz como
para o resultado de qualquer procura. Desde que o retorno de Bloco, M. le de Beaumont
Hardi tinha desenvolvido sintomas fortes de descontentamento e desaprovação
ao procedimentos do colega dele.
"Mas se fosse este Hortense Petitpre como ela chegou lá, por
a ponte Henri Quatre, quando nós pensamos a achar em algum lugar
abaixo a linha? Não pode ser a mesma mulher."
"Eu imploro seu perdão, cavalheiros", Bloco interposto. "Eu possa dizer um
palavra? Eu acredito que eu posso prover alguma informação interessante aproximadamente
Hortense Petitpre. Eu entendo que uns um como ela foi visto
aqui na estação não mais que uma hora atrás."
"_ Peste!_ Por que nós não fomos contados isto mais cedo?" chorado o Chefe,
impetuously.
"Quem a viu? Ele falou com ela? O chame; nos deixe ver como
muito que ele sabe."
O homem foi chamado, um dos funcionários de estrada de ferro subordinados,
que fez um relatório específico.
Sim, ele tinha visto um alto, despreze, enquanto limpo-olhando a mulher, vestiu
completamente em preto que, de acordo com a conta dela, tinha chegado a
10.30 pelo trem local lento de Dijon.
"_ Fichtre!_" disse o Chefe, furiosamente,; "e este é o primeiro nós
ouviu falar disto."
"Monsieur estava muito na ocasião ocupado, e, realmente, então nós tivemos
não ouvido falar de sua investigação."
"Eu notifiquei o estação-mestre, dois ou três horas, bastante cedo
desde então, aproximadamente 9 DA MANHÃ Isto é muito irritante!"
"Instruções para olhar fora para esta mulher têm só só alcançou
nós, monsieur. Havia certas formalidades, eu suponho."
Por uma vez o detetive amaldiçoou no coração dele a vermelho-fita,
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