era conhecido, e como eles já foram postos antes do leitor.
"Os passageiros estiveram detidos?" M. Flocon perguntado imediatamente.
"Esses no dormente-carro só--"
"Tut, tut! eles deveriam ter sido tudo mantidos--pelo menos até que você tinha levado
os nomes deles/delas e endereços. Que sabe o que eles poderiam não ter sido capazes
contar?"
Foi sugerido que como o crime estava presumivelmente comprometido enquanto o
trem estava em movimento, só esses no um carro poderiam ser implicados.
"Nós nunca deveríamos tirar conclusões" precipitadas, disse o snappishly Principal. "Bem,
me mostre o cartão de trem--a lista dos viajantes no dormente."
"Não pode ser achado, senhor."
"Impossível! Por que, é o negócio do zelador para entregar isto ao fim
da viagem para os superiores dele, e debaixo da lei--para nós. Onde é o
zelador? Em custódia?"
"Seguramente, senhor, mas há algo errado com ele."
"Assim eu deveria pensar! Nada deste tipo poderia acontecer bem sem seu
conhecimento. Se ele estivesse fazendo o dever dele--a menos que, claro que, ele--mas nos deixou
evite conjeturas precipitadas."
"Ele também perdeu os ingressos dos passageiros que você sabe que ele retém
cultive o fim da viagem. A catástrofe, porém, buscou ele
incapaz pôr a mão dele no bolso-livro dele. Conteve tudo seu
documentos."
"Cada vez pior. Há algo atrás de tudo isso. Me leve a ele.
Fique, possa eu tenho um quarto privado perto do outro--onde os prisioneiros,
esses sujeitaram suspeita, é? Será necessário segurar
investigações, leve os testemunhos deles/delas. Le de M. que Juge estará aqui
diretamente."
M. Flocon foi instalado logo em um quarto que comunica de fato com o
espera-quarto, e como um preliminar da primeira importância, levando
precedência até mesmo do exame do dormente-carro, ele ordenou o
zelador ser trazido para responder certas perguntas.
O homem, Ludwig Groote, como ele deu o nome dele, trinta-dois anos, agora
de idade, nascido em Amsterdã, olhou tal um lento, se acorcundando,
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