"Eu tenho que chamar a atenção a dela. Ela não olhará meu modo. Eu quero
o dela entender que eu tenho algo especial que dizer a ela, e
que, como nos proibem que falemos, eu estou escrevendo isto nisto--isso
ela tem que inventar levar o livro de mim e ler despercebido.
"_ petto!_ de Cos ela é estúpida! Medo a ofuscou completamente? Não
importe, eu fixarei tudo abaixo."
Agora seguido o que a polícia julgou tal evidência prejudicial.
"Condessa. Se lembre. Silêncio--silêncio absoluto. Não uma palavra sobre
quem eu sou, ou o que é conhecimento comum a nós ambos. É terminado. Isso
não pode ser desfeito. Seja valente, resoluto; não admita nada. Adira a isto
que você não sabe nada, não ouviu nada. Negue que você conheceu _him_,
ou eu. Jure você dormiu a noite profundamente por, faça alguns
desculpe, diga você foi drogado, qualquer coisa, só esteja em seu guarda, e
não diga nada sobre mim. Eu o advirto. Me deixe só. Ou--mas seu
interesses são meus interesses; nós temos que estar de pé ou temos que cair junto.
Depois eu o conhecerei--eu _must_ o conhecem em algum lugar. Se nós
perca à frente de estação, escreva a mim Poste Restante, Principal,
Hotel, e me dá um endereço. Isto é imperativo. Mais uma vez,
silêncio e discrição."
Isto terminou a escritura no nota-livro, e a leitura inteira
ocupado Senhor Charles de quinze a vinte minutos durante qual
os funcionários franceses assistiram a face dele de perto, e o amigo dele
Coronel Papillon ansiosamente.
Mas a máscara do General era impenetrável, e ao término de seu
lendo ele retrocedeu ler e re-ler muitas páginas, enquanto segurando o
reserve à luz, e parecendo examinar os conteúdos mesmo
curiosamente.
"Bem?" disse o Juiz afinal, quando ele conheceu o olho do General.
"Você põe grande loja por esta evidência?" perguntado para o General dentro um
acalme, voz imparcial.
"Não é natural que nós devamos? Não é fortemente isto,
conclusively incriminando?"
"Seria assim, claro que, se disto fosse dependido. Mas como
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