ovos--principalmente pingüim--como eles pudessem levar nos chapéus deles/delas. Escassamente tido
porém, eles entraram quando a chuva que é o prevalecendo
característica destas latitudes, começada, na moda mais impiedosa,;
e logo as grandes montanhas com que eles eram rodeados, e esses
antes deles, foi embrulhado em véus densos de vapor veloso. Hora depois de
hora que a chuva derrubou sem cessar, enquanto penetrando pelo miserável deles/delas
telhe, e caindo--gota, goteje, gota--no chão encharcado. Augusta sentou
por ela na cabana menor, fazendo o que ela pôde para divertir pequeno Dick
lhe contando histórias. Ninguém sabe como duro ela achou isto para ter
invente histórias quando ela foi subjugada assim com infortúnio; mas era
o único modo de impedir a criança pobre chorar, como o senso de resfriado,
e miséria se forçou no pequeno coração dele. Assim ela lhe falou aproximadamente
Robinson Crusoe, e então ela lhe falou que eles estavam jogando a ser
Robinson Crusoe para o qual a criança respondeu muito sensivelmente que ele não fez
a todo como o jogo, e quis o mamma dele.
E enquanto isso cresceu mais escuro e mais frio e mais úmido hora por hora, cultive a
último fora o que a luz foi, e a deixou com nada que manter a companhia dela
mas o vento gemendo, a chuva cadente, e os gritos selvagens do
mar-pássaros quando algo os perturbou do resto deles/delas. A criança era
adormecido afinal, embrulhou para cima em uma manta e um das velas menores;
e Augusta, sentindo bastante usado fora com solidão e a pressão de,
pensamentos pesados, começou a pensar que a melhor coisa que ela poderia fazer seria
tentar seguir o exemplo dele, quando de repente lá veio uma batida ao
tábuas que serviram para uma porta para a choupana.
"Quem é?" ela chorou, com um começo.
"Eu--Sr. Meeson", respondeu uma voz. "Eu posso entrar?"
"Sim; se você gosta", disse Augusta, nitidamente, entretanto no coração dela ela era
realmente contente o ver, ou, bastante, o ouvir, para isto era muito escuro para
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