chuva tinha cessado.
O dela primeiro cuidado era para pequeno Dick ao longo de que tinha dormido profundamente o
noite e parecia não ser nenhum o pior. Ela o levou fora da cabana e
lavado a face dele e mãos no fluxo e então se sentou ele um
o café da manhã de biscoito. Como devolveu ela que ela conheceu os dois marinheiros que,
embora eles estavam agora bastante sóbrios, agüente nas faces deles/delas as marcas de um
medroso deboche. Evidentemente eles tinham estado bebendo pesadamente. Ela puxou
ela para cima e olhou para eles, e eles se esquivaram além dela em silêncio.
Então ela voltou à cabana. Sr. Meeson estava sentando para cima quando ela entrou,
e a luz luminosa da porta aberta caiu cheia na face dele. Seu
aparecimento a chocou razoavelmente. As bochechas pesadas tinham desabado, havia
grandes anéis roxos em volta os olhos ocos dele, e o aspecto inteiro dele era um de
um homem na última fase de doença.
"Eu tive tal uma noite" que ele disse, "Oh, Céu! tal uma noite! Não
acredite que eu viverei por outro."
"Tolice!" dito Augusta, "coma algum biscoito e você sentirá bem."
Ele levou um pedaço do biscoito que ela lhe deu, e tentou
engula, mas não pôde.
"Não é nenhum uso", ele disse; "Eu sou um homem agonizante. Sentando nessas roupas molhadas
no barco me terminou."
E Augusta, enquanto olhando para a face dele, não pôde mas o acredita.
CAPÍTULO IX.
AUGUSTA PARA O SALVAMENTO.
Depois do café da manhã--quer dizer, depois que Augusta tivesse comido algum biscoito e uma asa
isso permaneceu das galinhas ela tinha conseguido cozinhar no prévio
dia--o Bill e Johnnie, os dois marinheiros, fixados trabalhar, à sugestão dela,,
arrumar um fragmento longo de vento-madeira em um ponto de pedra, e ligar
isto em para uma bandeira que eles aconteceram para achar no locker do barco.
Não havia muita chance de seu ser vista por qualquer pessoa dentro aquele névoa-carregado
atmosfera, até mesmo se qualquer pessoa viesse ver isto lá de qual havia
ainda menos chance; ainda eles fizeram isto como um tipo de dever. Até que isto
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