Vestidos romanos para todos seu apartamento. Ainda nada era terminado.
Outro, uma maior e mais decisiva oportunidade se ofereceu.
Marselha era um aliado dos romanos. Como o rival de Cartago, e com
os gauleses sempre nos portões dela, ela teve necessidade de Roma por mar e terra.
Ela fingiu, também, para a amizade mais eminente e íntima com
Roma. O fundador dela, o Phocean Euxenes, tinha ido para Roma, foi dito,
e concluiu um tratado com Tarquinius Priscus. Ela tinha ido em
lamentando quando Roma estava queimada pelos gauleses; ela tinha ordenado uma coleta pública
ajudar para o resgate do Capitólio. Roma não disputou estes
reivindicações para recordação. A amizade de Marselha era de grande uso para
o dela. No curso inteiro da luta dela com Cartago, e mas ultimamente,
à passagem de Hannibal por gaulês, Roma tinha se encontrado com o melhor de
tratamento lá. Ela concedeu para o Massilians um lugar entre os senadores dela
aos festivais da República, e isenção de todo o dever nela
portos. Para o meio do segundo século A.C. Marselha era a
guerra com certas tribos gaulesas, os vizinhos dela cujo território ela
desejado. Dois das colônias dela, Agradável e Antibes, foi ameaçado. Ela
chamado em Roma para ajuda. Uma delegação romana foi decidir a disputa;
mas os gauleses recusaram obedecer sua convocação, e tratou isto com insolência.
A delegação devolveu com um exército, teve sucesso batendo o refratário
tribos, e deu a terra deles/delas ao Massilians. A mesma coisa aconteceu
repetidamente com o mesmo resultado. Dentro do espaço de trinta anos quase
todas as tribos entre o Rhone e o Var, no país que era,
depois a Provença, era conquistado e dirigido atrás entre as montanhas,
com notificação não se aproximar em geral dentro de uma milha da costa, e um
milha e um a metade dos lugares de desembarque. Mas os romanos não fizeram
pare lá. Eles não pretenderam conquistar só para Marselha. No
ano 123 A.C., a algumas ligas para o norte da cidade grega, se aproxime um
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