ele para lutar. Marius o teve informado que se ele estivesse cansado de vida ele
possa ir e possa o pendurar. Como o bárbaro ainda persistiu, Marius enviou
ele um gladiador.
Porém, ele fez os soldados dele, em sucessão regular, montar as plataformas,
os adquirir se familiarizado com os gritos, olhares, braços, e movimentos de
os bárbaros. O mais distinto dos oficiais dele, Sertorius jovem,,
que entendeu e falou bem gaulês, penetrou, no disfarce de um
Gaulês, no acampamento do Ambrons, e Marius informado do que ia
em lá.
Afinal os bárbaros, na impaciência deles/delas, que têm tentado vaidosamente para
ataque violentamente o acampamento romano, golpeou o próprio deles/delas, e se pôs em movimento
para o Alpes. Seis dias inteiros dizem, as faixas deles/delas eram
sujando em baixo das plataformas dos romanos, e chorando, o "Tenha qualquer
mensagem para suas esposas? Nós estaremos logo com eles."
Também, Marius golpeou o acampamento dele, e os seguiu. Eles pararam, ambos de
eles, perto de Aix, nas bordas do Coenus, os bárbaros no
vale, Marius em uma colina que comandou isto. O ardor dos romanos era
a sua altura; era tempo morno; havia um desejo de água no
colina, e os soldados murmuraram. "Você é os homens", disse Marius, enquanto apontando
o rio debaixo de, "e há água para ser comprado com sangue." "Por que
não faça você nos conduz imediatamente contra eles, então", disse um soldado, "ainda nós
ainda tenha sangue em nossas veias?" "Nós temos que fortalecer nosso acampamento primeiro,"
Marius respondido quietamente.
Os soldados obedeceram: mas a hora de batalha tinha vindo, e bem fez Marius
conheça. Começou na beira do Coenus, entre algum Ambrons,
que estavam tomando banho e alguns escravos romanos abaixados puxe água. Quando o
horda inteira do Ambrons avançou à batalha, enquanto gritando o guerra-grito deles/delas
de Ambra! Ambra! um corpo de auxiliares gauleses no exército romano, e em
o primeiro grau, os ouviu com grande assombro; para isto era o próprio deles/delas
|