nenhum o menos persistido no plano deles/delas; e na primavera do ano de
Roma 696 (58 B C.) eles cometeram às chamas, no país estavam eles
sobre partir, doze cidades, quatrocentas aldeias, e todos seu
casas; carregado os carros deles/delas com providências por três meses, e de acordo para
se encontre ao ponto sulista do Lago de Genebra. Eles acharam no deles/delas
reunião, diz César, um total de trezentos e sessenta-oito mil,
emigrantes, incluindo noventa-dois mil homem-a-braços. A Suíça
o qual eles abandonaram numera dois milhão quinhentos mil agora
habitantes. Mas quando os helvécios teriam entrado em gaulês, eles acharam
lá o César que, depois de se ter proconsul designaram para cinco
anos, tinha chegado de repente a Genebra, preparada proibir a passagem deles/delas.
Eles enviaram a ele uma delegação, perguntar licença, que eles disseram, somente para
atravesse a província romana sem causar o menos dano. César
sabido bem como como ganhar tempo como não perder: ele não estava pronto; assim ele
tire os helvécios a uma segunda conferência. No intervalo ele
empregado os legionários dele que poderiam trabalhar como também briga, erguendo,
no banco esquerdo do Rhone uma parede dezesseis pés alto e dez milhas
longo que fez a passagem do rio muito difícil e, no
retorno dos enviado helvécios, ele lhes proibiu formalmente que passassem o
estrada que eles tinham proposto seguir. Eles tentaram levar outro, e para
não cruze o Rhone mas o Saone, e marche por isso para gaulês ocidental.
Mas ainda eles estavam organizando para a execução deste movimento,
César que teve só quatro legiões até lá à disposição dele,
voltado à Itália, trouxe cinco legiões frescas fora, e chegou no
banco partido do Saone no momento quando o criar-guarda do
Helvécios estavam embarcando para reunir o corpo principal que já teve
lançado seu acampamento à direita banco. César cortou a pedaços este criar-guarda,
cruzado o rio, na volta dele, com as legiões dele, procuraram os emigrantes
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