a maioria dos vassalos importantes, entre outros, de de Renaud Dampierre, Conta de
Boulogne. Philip determinou para desviar o ataque deles/delas, ainda se antecipando
isto, por um empreendimento inesperado--a invasão da própria Inglaterra.
Circunstâncias pareciam favoráveis. Rei John, pela opressão dele e seu,
perfídia, tinha o utilizado o ódio e desprezo das pessoas dele; e
os barões de Inglaterra, apoiou e guiou pelo Arcebispo de
Canterbury, Stephen Langton, tinha começado contra ele a luta que
seria terminado alguns anos depois pela concessão forçada de Magna
Charta que fundação-pedra de liberdades inglesas. John, tendo sido,
enredado durante cinco anos passado com o tribunal de Roma, afetado desafiar,
a excomunhão que o papa tinha lançado a ele, e de qual o
Rei de França tinha sido perguntado por vários prelados da Igreja inglesa
assegurar o funcionamento eficiente. Nos 8º de abril, 1213, Philip,
convocado, a Soissons, os vassalos principais dele ou aliados, explicou a eles
os chãos do desígnio dele contra o Rei de Inglaterra, e, por um tipo de
confederação especial, eles se saltaram, todos eles, apoiar
ele. Um dos vassalos mais consideráveis, porém, o algum dia o regente
de França durante a minoria de Philip, fez Ferrand, Conta de Flandres,
não compareça à reunião para a qual ele tinha sido chamado, e declarou o seu
intenção de não levar nenhuma parte na guerra contra a Inglaterra. "Por todos o
santos de França", chorou o Philip, "ou a França se tornará Flandres, ou
Flandres França!" E, apertando adiante o tempo todo o equipamento de um
frota grande colecionou em Calais para a invasão de Inglaterra, ele entrou
Flandres, sitiou e levou vários das cidades mais ricas no país,
Cassel, Ypres, Bruges, e Courtrai, e lançou o acampamento dele antes o
paredes de Ghent, abaixar", como disse ele, "o orgulho dos homens de Ghent
e os faz dobrar os pescoços deles/delas em baixo do jugo de reis." Mas ele ouviu
aquele John Lackland, depois de fazer a paz dele com o tribunal de Roma por,
|