reino de Nápoles], o irmão dele, o Duque de Orleans, os primos dele, e
vários prelados e senhores de nota. O chanceler anunciou thereat
que tinham lhe ordenado pelo rei para pôr em discussão a pergunta,
se não seja expediente que ele deveria levar daqui em diante o
governo do reino dele nele. De de Ascelin cardeal Montaigu,
Bispo de Laon, o primeiro em ser interrogado neste assunto, respondeu
que, na opinião dele, o rei estava totalmente em uma condição, como também em um
posição legal, levar o governo do reino dele nele, e,
sem nomear qualquer pessoa, ele se referiu aos tios do rei, e especialmente
para o Duque de Borgonha, como sendo nenhum mais longo necessário para o governo
de França. Quase tudo que estavam presentes eram da mesma opinião. O
rei, sem mais adiante espera, agradeceu os tios dele o cuidado que eles tiveram
levado dos domínios dele e dele, e lhes implorou que continuassem o deles/delas
afeto para ele. Nem o Duque de Borgonha nem o Duque de Baga
tinha calculado nesta resolução; eles submeteram, sem fazer qualquer
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