assassine!" "Segure sua língua, você a prostituta!" chorado uns um do
rua. Outros atiraram setas às janelas onde lookers-em poderia ser. Um
homem alto, enquanto usando um boné vermelho que desceu em cima dos olhos dele, disse dentro um alto
expresse, "Fora com todas as luzes, e fora!" Os assassinos fugiram ao topo de
a velocidade deles/delas, gritando, "Fogo! incendeie!" lançando atrás deles pé-turistas,
e por ameaças que causam todas as luzes para ser posto fora qual estava sendo
iluminado aqui e lá nas lojas.
[Ilustração: Assassinato do Duque de Orleans----38]
O duque era bastante morto. Um dos escudeiros dele, voltando à mancha,,
ache o corpo dele estirado na estrada, e mutilou por toda parte. Ele era
levado para a igreja vizinha de Blancs-Manteaux, onde todos o
família real veio fazer os últimos escritórios tristes. O Duque de Borgonha
se aparecido nenhum menos afligido que o resto. "Nunca", disse ele, "era um mais
assassinato mau e traiçoeiro cometeu neste reino." O reitor de
Paris, de de Majestade Tignouville, fixe uma procura ativa a pé depois o
perpetradores. Ele foi chamado antes do conselho de príncipes, e o
O duque de Baga lhe perguntou se ele tivesse descoberto qualquer coisa. "Eu acredito", disse
o reitor "que se eu tivesse licença para entrar em todos os albergues do rei
criados, e até mesmo dos príncipes, eu poderia adquirir no rasto do
autores ou cúmplices do crime." Autorizaram que ele entrasse
onde quer que parecesse bom a ele. Ele foi embora se fixar trabalhar.
O Duque de Borgonha, parecendo preocupado e crescendo pálido, "Primo", disseram
o Rei de Nápoles, Louis d'Anjou que estava presente ao conselho "lata
você sabe aught sobre isto? Você nos tem que falar." O Duque de Borgonha levou
ele, junto com o tio dele, o Duque de Baga, aparte, e lhes falou
que era ele quem, tentado do diabo, tinha dado ordens para
este assassinato. "O Deus!" chorado o Duque de Baga, "então eu perco ambos meu
sobrinhos!" O Duque de Borgonha entrou fora em grande confusão, e o
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