dissensões civis do caráter mais obstinado, ache a pergunta
renovado para ela de francês contra rei-navio de inglês e nacional
independência contra conquista estrangeira.
Nos 14º de agosto, 1415, uma frota inglesa, tendo a bordo de, junto,
com Rei o Henry V., seis mil homem-a-braços, vinte e quatro mil,
arqueiros, guerra-máquinas poderosas, e uma multidão de artesãos e "pequeno
povo", veio pousar perto de Harfleur, não longe da boca do Sena.
Era a expedição mais formidável que alguma vez tinha emitido dos portos
de Inglaterra. O inglês passou vários dias efetuando a aterrissagem deles/delas
e montando o assédio-trem deles/delas ao redor das paredes da cidade. "Vai
foi fácil", diz Denis, impedir as operações deles/delas, para o monge de St.,
e os habitantes da cidade e bairro teriam trabalhado
thereat com zelo, se eles não tivessem contado que a nobreza do
distrito e o exército real comandados pelo condestável, Charles d'Albret,
viria à ajuda deles/delas." Ninguém veio. O burgesses e o pequeno
guarnição de Harfleur fez uma defesa galante; mas, nos 22d de
Setembro, não recebendo de Vernon onde o rei e o _dauphin_
estava amontoando as tropas deles/delas, qualquer outra ajuda que o conselho para "levar
coragem e confia à "discrição do rei, eles capitularam; e Henry
V., depois de tomar posse do lugar, avançado no país com
um exército já muito reduzido por doença, enquanto procurando um ponto favorável
a qual cruzar o Somme e ainda empurrar mais longe a invasão dele. Era
não até os 19º de outubro que ele sucedeu, a Bethencourt, perto de St.
Quentin. Charles VI., quem naquele momento teve um intervalo lúcido, depois de
segurando a Rouen um conselho de guerra à qual foi solucionado para dar o
Batalha inglesa, desejada consertar com o _dauphin_, o filho dele, para Bapaume,,
onde o exército francês tinha levado posição; mas o tio dele, o Duque de
Baga, ainda tendo uma real lembrança viva da batalha de,
Poitiers, lutou cinqüenta-nove' anos antes de, oposição feita, dizendo,,
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