meu primo de Borgonha?" dito Charles VI.; "Eu não o vi para alguns
tempo." Isso era tudo que ele disse. Ele era a cavalo fixo e marchou
pelas ruas. Ele não mostrou nenhuma surpresa a qualquer coisa; ele teve tudo
mas memória perdida como também razão, e já não soube a diferença
entre Armagnac e Burgundian. Um Burgundian dedicado, Majestade Sujeito de Barra,,
foi nomeado o reitor de Paris no lugar de Tanneguy Duchatel. O pedreiro
com quem tinha levado o Bernard de Armagnac refúgio foi e contou o novo
reitor que o condestável era escondido na casa dele. Para lá o
o reitor se apressou, fez o condestável montar atrás dele, e o levou
para prisão ao Chatelet, fazendo esforços honrados ao mesmo tempo para
previna massacre e pilhagem.
Mas facções não fazem tão logo deixe a vingança deles/delas ou o deles/delas
esperanças. Nos 11º de junho, 1418, quase não doze dias depois que Paris tivesse
entrado nas mãos do Burgundians, um corpo de dezesseis cem homens,
emitido da Bastilha, e apressou no St. de rua a Antoine,
gritando, "Hurrah para o rei, o _dauphin_, e a Conta de Armagnac!"
Eles eram Tanneguy Duchatel e alguns dos chefes do Armagnacs que
estava tentando para recuperar Paris onde eles tinham observado que o
Burgundians não seja numeroso. A tentativa deles/delas não teve nenhum sucesso, e somente
feito para o Burgundians a oportunidade e o sinal para uma massacre de
os inimigos deles/delas. A pequena faixa de Tanneguy Duchatel era imediatamente
repulsado, abainhou dentro, e forçado reentrar a Bastilha com uma perda de
quatrocentos homens. Serra de Tanneguy que ele não pudesse fazer nenhuma defesa lá; assim
ele fez o espaço dele apressadamente fora, enquanto levando o _dauphin_ com ele para Melun. O
massacre do Armagnacs já tinha começado na noite prévia:
eles foram saqueados nos albergues e casas; eles estavam cortados abaixo com
machados nas ruas. Na noite entre os 12º e 13º de junho um
rumor esparramou aproximadamente que havia faixas de Armagnacs que vem entregar
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