O mais íntimo o estudo e o mais largo a contemplação que um Frenchman dá
no história do país dele, o mais fundo será os sentimentos dele de patriótico
orgulho, colidido com uma cor de tristeza. França, em relação a ela,
unidade nacional, é o mais antigo entre os estados de Christian
Europa. Durante a existência longa dela ela atravessou muito diferente
regimes, os caos de barbarismo, o sistema feudal, monarquia absoluta,,
monarquia constitucional, e republicanismo. Debaixo de todos estes regimes ela
teve nenhuma falta de grandeza e se gloriou, poder material e intelectual
lustre, virtudes morais e os charmes de vida social. O barbarismo dela teve
seu Charlemagne; o St. de sistema feudal dela Louis, Joan de Arco, e Bayard;
a monarquia absoluta dela Henry IV. e Louis XIV. De nossos próprios tempos dizemos nós
nada. França lustrou na guerra e em paz, pela espada e
pelo intelecto: ela tem por voltas conquistadas e iludiu,
iluminado e a Europa preocupada; ela sempre ofereceu ao estrangeiro
um espetáculo ou um domicílio cheio do curioso e o atraente, de nobre
prazeres e de diversões mundanas. E ainda, depois de tantos séculos
de tal uma carreira principal e brilhante, não tem a França contudo atingiu o fim
para qual ela já aspirou para qual tudo civilizados as comunidades aspiram, e
quer dizer, ordene no meio de movimento, segurança e liberdade uniram e
durando. Ela teve faltas que lhe impediram de colher
a vantagem cheia dos méritos dela; ela cometeu faltas que têm
a envolvido em contrários. Duas coisas, essencial a prosperidade política
entre comunidades de homens, tenha hitherto sido buscar nela;
predominância de espírito público em cima do espírito de casta ou de profissão,
e moderação e fixity em relação a ambição nacional ambos em casa
e no estrangeiro. França foi uma vítima às paixões pessoais dela
chefes e para ela própria mutabilidade despreocupada.
Nós estamos entrando na história de um período e um reinado durante qual
este intermixture de méritos e deméritos, de virtudes e vícios, de
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