serviço. Agora Henry IV. já tinha dado este escritório a Biron que teve
nenhuma idéia de se permitir ser tirado disto. Era tudo muito bom
lhe oferecer em troca o bastão de marechal de França, mas ele vai
não seja satisfeito com isto. "Era necessário", diz M. Floquet [_Histoire
du de de Parlement Normandie,_ t. iii. pp. 613-616], "para a irmã do rei
(Princesa Catherine) intervir. Afinal, uma promessa de cem e
vinte mil coroas ganharam Biron em cima de, entretanto contra o grão." Mas ele
seguranças sólidas queridas. Foi virada atenção então ao Parlamento de
Caen, sempre tão pronto fazer qualquer coisa e sacrifício qualquer coisa. Saldaigne
d'Incarville, comptroller-geral de finanças, tido sido despachado
Caen, foi diretamente para o palácio e informou ao Parlamento o
propostas e condições de Villers e Biron. "O rei", disse ele, "não,
tendo podido trazer Rouen para argumentar por processo de braços, e sendo
impaciente acabar com estas misérias, deseja tentar suave agora
processos, e trata com esses quem ele não tem contudo podido subjugar;
mas co-operação por parte dos corpos soberanos das províncias é
necessário." "Para o que é para o bem de nosso serviço é somado seu
interesse privado", escreveu para Henry IV. para o Parlamento de Caen; e seu
mensageiro D'Incarville somou, "eu deixei assuntos a Rouen assim organizou
sobre me faça esperar que antes de uma quinzena estivesse em cima de você será livre para
devolva para lá e entre em suas casas mais uma vez." À primeira menção de
paz e o prospecto de uma reconciliação entre o realista
Parlamento de Caen e o Parlamento de leaguer de Rouen, o Parlamento,,
o exchequer-câmara, e o tribunal de tributação, de acordo para um fresco
sacrifício e um último esforço. Os quatro presidentes do Parlamento perderam
nenhum tempo assinando junto, e cada para tudo, um compromisso para garantir
o cem e vinte mil coroas prometeram a Biron. . . . O
sócios do corpo se saltaram todo junto para garantir os quatro
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