sensação. Nós ou não temos nenhuma concepção de Sujeito ou
Conteste, Mente ou Importa, exclua como algo para qual
nós nos referimos nossas sensações, e qualquer outros sentimentos que nós somos
consciente de. _The mesma existência deles ambos, tão longe como
admissível por nós, só consiste na relação eles
respectivamente agüente a nossos estados de feeling._ a relação deles/delas
só a um ao outro a relação está entre esses dois
relações. O correlatives imediato são, não o par,
_Object, Subject,_ mas os dois pares, Contestam, _Sensation
objetivamente considered_--Assunto, subjectively de _Sensation,
considered_. A razão por que isto é negligenciado possa facilmente
seja mostrado, e forneceria uma ilustração boa disso
parte importante das Leis de Associação que pode ser
termed as Leis de Obliviscence.'
Este capítulo, nas Qualidades Primárias de Assunto, controverte o
opinião de Senhor W. Hamilton que extensão, como consistindo de
_partes co-existente partes_ extra, é imediatamente e necessariamente
temido por nossa consciência. Cita, como também confirma, o
prova copiosa dada por Professor Bain (no trabalho dele nos Sensos e o
Intelecto) que nossa concepção de extensão é derivada de nosso muscular
sensibilidade: que nossa sensação de _muscular movimento impeded_ constitui
o de espaço cheio: que nossa concepção de extensão, como um agregado,
de partes co-existentes, surge do senso de visão que compreende
um grande número de partes em uma sucessão tão correnteza sobre seja confundido
com simultaneidade--e que não só se torna o símbolo de muscular e
sucessão tátil, mas até mesmo adquire tal predomínio sobre substitua
ambos eles em nossa consciência. Confirmação é dada aqui a isto
doutrina importante, não somente por observações do próprio Mr Mill, mas
também da narrativa muito curiosa, descobriu e produziu por Senhor W.
Hamilton, fora de um trabalho do filósofo alemão, Platner. Platner
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