George Grote

Revisão do Trabalho de Mr que John Stuart Mill Intitulou, 'Exame da Filosofia de Senhor William Hamilton.'

	
     sensação. Nós ou não temos nenhuma concepção de Sujeito ou
     Conteste, Mente ou Importa, exclua como algo para qual
     nós nos referimos nossas sensações, e qualquer outros sentimentos que nós somos
     consciente de. _The mesma existência deles ambos, tão longe como
     admissível por nós, só consiste na relação eles
     respectivamente agüente a nossos estados de feeling._ a relação deles/delas
     só a um ao outro a relação está entre esses dois
     relações. O correlatives imediato são, não o par,
     _Object, Subject,_ mas os dois pares, Contestam, _Sensation
     objetivamente considered_--Assunto, subjectively de _Sensation,
     considered_. A razão por que isto é negligenciado possa facilmente
     seja mostrado, e forneceria uma ilustração boa disso
     parte importante das Leis de Associação que pode ser
     termed as Leis de Obliviscence.'

Este capítulo, nas Qualidades Primárias de Assunto, controverte o
opinião de Senhor W. Hamilton que extensão, como consistindo de
_partes co-existente partes_ extra, é imediatamente e necessariamente
temido por nossa consciência. Cita, como também confirma, o
prova copiosa dada por Professor Bain (no trabalho dele nos Sensos e o
Intelecto) que nossa concepção de extensão é derivada de nosso muscular
sensibilidade:  que nossa sensação de _muscular movimento impeded_ constitui
o de espaço cheio:  que nossa concepção de extensão, como um agregado,
de partes co-existentes, surge do senso de visão que compreende
um grande número de partes em uma sucessão tão correnteza sobre seja confundido
com simultaneidade--e que não só se torna o símbolo de muscular e
sucessão tátil, mas até mesmo adquire tal predomínio sobre substitua
ambos eles em nossa consciência. Confirmação é dada aqui a isto
doutrina importante, não somente por observações do próprio Mr Mill, mas
também da narrativa muito curiosa, descobriu e produziu por Senhor W.
Hamilton, fora de um trabalho do filósofo alemão, Platner. Platner	

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