e cedro para a beira.
Capa depois que capa sobressaísse fora em cima do abismo. Alguns eram muito afiados e
descubra, outros cobriram com cedro; alguns que cambaleiam rochedos com um esmigalhar
ponte que conduz às beiras deles/delas; e alguns correram abaixo como passos gigantescos. De
um destes debaixo do que eu assisti. O declive aqui debaixo da parede era como
o lado de uma montanha áspera. Em algum lugar abaixo entre os remendos escuros
de cedro e os grandes blocos de pedra estavam caçando os cães de caça o
leão, mas eu não pude ver um deles.
O promontório que eu tinha escolhido tido uma divisão, e sufocou como isto era com
escova, pedra, e xisto, parecia um lugar donde eu poderia descer.
Uma vez começado, eu não pude retroceder, e deslizando, agarrando isso que
disposto, eu trabalhei abaixo a racha. Uma parede de pedra escondeu o céu de
eu parte do modo. Eu saí de cem pés abaixo em um segundo
promontório de lajes enormes de pedra amarela. Em cima destes trepei eu, para
sente com meus pés balançando em cima do último.
Diretamente antes de meu olhar bocejasse a expansão terrível do canhão. No
luz de manhã macia o mesas vermelho, as paredes amarelas, as cúpulas pretas,
era menos severo que no sol de meio-dia cheio, mais puro que na oferta
sombra de crepúsculo. Debaixo de mim estavam declives e deslizamentos divididos por desfiladeiros
cheio de pedras tão grande quanto casas, com aqui e lá um solitário
rochedo inclinado, dando prova irresistível da tendência descendente, do
rolando, resistindo ruínas da beira. Sobre a parede inchou fora cheio
de fissuras, estantes rotas e podres, tombando colunas de amarelo,
pedra calcária, beaded com quartzo e coloriu maravilhosamente através de flores selvagens
crescendo em gretas.
Selvagem e raro como era este ambiente, eu dei isto mas uma olhada e um
pensamento. A baía dos cães de caça me fez dobrar olhos afiados e ansiosos
para os espaços abertos de pedra e desliza abaixo. Sorte era como sempre minha;
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