não queira fazer o que eu quis. Quando eu espetei as esporas em seu
flancos ele me resistiu quase fora. Eu estava olhando para um lugar macio para
luz quando ele deixou. Longo antes de eu baixasse aquele declive aberto Teague e
R.C. tinha desaparecido. Eu tive que seguir os rastos deles/delas. Isto eu fiz a um
galope, mas de vez em quando perdeu os rastos, e teve que puxar dentro achar
eles. Se eu pudesse ter tido notícias os cães de caça de lá que eu teria ido em
de qualquer maneira. Mas uma vez abaixo no içar-anseia eu nem não poderia ouvir grite ou
baía. O anseia era pequeno, feche junto, e duro. Eu feri minhas mãos,
arranhado minha face, latiu meus joelhos. O cavalo teve um hábito de repente de
decidindo ir o modo ele gostou em vez do modo eu o guiei, e
quando ele mergulhou entre rebento muito feche para nos permitir ambos junto
ir por, era sumamente duro em mim. Eu fui trabalhado em um
frenesi. Suponha R.C. deveria vir cara a cara com aquele velho pardo
e não o mata! Isso era a razão para minha pressa desesperada. EU
adquirido uma racha na cabeça que quase me encobriu. Meu cavalo cresceu quente e
começado a correr em todo pequeno espaço aberto. Ele poderia ser contido escassamente.
E eu, com o sangue quente em mim também, não o segure duro bastante.
Parecia milhas por aquele banco arborizado. Mas afinal eu alcancei
outro declive. Saindo em uma beira de canhão eu ouvi R.C. e Teague
gritando, e eu ouvi os cães de caça que lutam o pardo. Ele estava rosnando
e espancando quase longe abaixo. Eu tinha perdido os rastos feitos por Teague
e meu irmão, e era necessário os achar. Aquele declive olhou
intransitável. Eu montei atrás ao longo da beira, então adiante. Finalmente eu achei
onde o chão foi arado profundamente e aqui que eu encabecei meu cavalo. Ele teve
sido usado para alisar estradas e ele não pôde levar estes saltos. Eu fui
adiante no pescoço dele. Mas eu agüentei e o esporeei duro. O furioso
espírito daquela perseguição também tinha entrado nele. Todo o tempo pude eu
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