DEDICADO A MEU MONJA ADELE E. GUERBER
"Jestis de lykyn de homens para para aqui,
E rede de romans em manere de diuers
"De Bruto que tipo negrito de barão de hond,
O primeiro conqueroure de Englond;
De kyng Artour que era assim riche,
Era non no tyme dele ele liche.
"Como kyng Charlis e fawght de Rowlond
Com nold de sarzyns eles são cawght;
De Tristrem e de Ysoude o swete,
Como eles com carinho primeiro gan dão em doses;
"Histórias de thynggis de diuerce,
De pryncis, prelatis, e de kynggis;
Muitos songgis de ryme de diuers,
Como inglês, frensh, e latyne."
_Curser Mundi_.
PREFACIE.
O objeto deste trabalho é se familiarizar os estudantes jovens com as lendas
qual forma o grampo de literatura de mediaeval.
Enquanto eles podem dever mais que é à primeira vista aparente para o clássico
escritas dos dias felizes de Grécia e Roma, estas lendas são mesmas
característica das pessoas que lhes falaram, e eles são os melhores explicadores
das alfândegas, modos, e convicções do tempo para o qual eles pertencem. Eles
esteve repetido em poesia e prosa com variações infinitas, e alguns de
nossos maiores escritores modernos os julgaram merecedor de um vestido novo, como é
visto nos "Idílios de Tennyson do Rei", o "Reineke "Fuchs de Goethe, Tegner,
""Saga de Frithiof, o "Oberon" de Wieland, a "História de Morris de Sigurd", e muitos
trabalhos mais curtos por estes e escritores menos notáveis.
Estas lendas de mediaeval formam um tipo de pedreira literária de qual,
conscientemente ou inconscientemente, cada escritor leva algum wherewith de pedras para
construa o próprio edifício dele. Muitas insinuações na literatura de nosso próprio dia perdem
muito da força deles/delas simplesmente porque estas lendas não estão disponíveis para o
leitor geral.
É a pontaria deste volume para os trazer ao alcance de tudo, e para
os condense de forma que eles pode ser entendido prontamente. Claro que em assim
limitado um espaço que só um esboço de cada lenda pode ser dado, com alguns,
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