Zane Grey

Betty Zane

	
se deite lá com olhos meio fechados.

O tempo passou rapidamente como só tal lata de tempo.

"Eu temo o espírito melancólico do dia prevaleceu em você,"
dito Betty, meio wistfully. "Você não soube que eu tinha deixado de ler,
e eu não acredito que você ouviu meu poema favorito. Eu tentei
lhe dê uma tarde agradável e falhou."

"Não, não", disse o Alfred, enquanto olhando para ela com uma chama azul nos olhos dele.
"A tarde esteve perfeita. Eu esqueci de meu papel, e tem
lhe permitido ver meu ego de realidade, algo que eu tentei esconder de,
tudo."

"E você sempre está triste quando você é sincero?"

"Não sempre. Mas eu estou freqüentemente triste. É qualquer maravilha? Não é toda a natureza
triste? Escute! Há a canção do oriole. Quebrando dentro no
quietude está triste. A brisa está triste, o riacho está triste, isto,
dia de verão índio agonizante está triste. Vida isto está triste."

"Oh, não. Vida está bonita."

"Você é uma criança", disse ele, com uma emoção na voz funda dele espero "eu
você sempre pode ser como você é para-dia, em coração, pelo menos."

"Cresce tarde. Veja, as sombras estão caindo. Nós temos que ir."

"Você sabe que eu vou embora para-amanhã. Eu não quero ir. Talvez
isso é por que eu fui tal companhia pobre hoje. Eu tenho um
pressentimento de mal eu tenho medo que eu nunca posso voltar."

"Eu sinto muito você tem que ir."

"Realmente o faça média que?" Alfred perguntado, seriamente, que dobra para
o dela "Você sabe que é um empreendimento muito perigoso. O vá cuidado se
Eu nunca devolvi?"

Ela observou e os olhos deles/delas se encontraram. Ela tinha elevado o haughtily de cabeça dela,
como se questionando o direito dele para falar com ela daquela maneira, mas como
ela viu a não dita atração nos olhos dele o próprio dela oscilou e caiu
enquanto uma cor morna rastejou na bochecha dela.

"Sim, eu sentiria muito", ela disse, gravemente. Então, depois de um momento:
"Você deve carreto o círculo de canoa as quedas, e de lá podemos nós	

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