Sidney L. (Sidney Lewis) Gulick

Evolução De O japonês, Social E Psíquico,

	
crítica sempre foi uma esfolando, e não sem razão. Em
muitos cumprimentos a civilização deles/delas foi completamente o igual disso de
qualquer outra nação;  ainda neste respeito é verdade que eles se assemelhar a
e ainda se assemelha a peoples semi-civilizado. Com respeito a isto
porém, crítica estrangeira que uma lei foi passada, cedo pela era de Meiji,
nudez proibindo em cidades. A exigência que banho público
casas sejam divididas em dois compartimentos separados, um para os homens e um,
para mulheres, estava igualmente devido a opinião estrangeira. Que este é o caso
pode ser deduzido razoavelmente do fato que a execução destes
leis aconteceram onde os estrangeiros abundam em grande parte, considerando que, no
cidades interiores e aldeias eles recebem muito menos atenção. Deve
porém, seja reconhecido que agora afinal, vinte e cinco anos depois de
a passagem deles/delas, eles são começando em todos lugares quase a ser obrigado por
as autoridades.

Minha outra ilustração de sensibilidade para opinião estrangeira é o
estado presente de pensamento japonês sobre a administração de Formosa. O
governo foi criticado severamente por muitos documentos principais para seu
asneiras lá. Mas a característica curiosa é a referência constante para
o desprezo no qual tal malversação trará o Japão o
visão do mundo--como se a opinião de outras nações fosse o mais mais
assunto importante envolveu, e não a retidão e probidade do
governo isto. É interessante a notificação como freqüentemente o
opinião de outras nações com respeito ao Japão é um pensamento principal dentro
a mente das pessoas.

Nesta conexão o extrato seguinte acha seu lugar natural:

     Em um número muito grande de escolas ao longo do país especial
     foram dadas instruções aos alunos sobre o comportamento deles/delas
     para estrangeiros. De várias fontes selecionamos nós o
     porte de ordens seguinte em pontos especiais como os quais nós declaramos
     brevemente como possível.

     (1) nunca chame depois de estrangeiros que passam ao longo das ruas ou estradas.	

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