Zane Grey

O Cavaleiro Misterioso

	
eu. Ele quer que eu leve carregue aqui--ser um homem. Eu sou atrás agora. É
bom ser casa. Eu nunca vali muito. Domine! Eu espero que eu não desaponte
ele novamente."

"Também", eu espero assim ela murmurou. O ouvir falar francamente, seriamente,,
assim contrariou a impressão desfavorável que ela tinha recebido. Ele
parecido sério. Ele olhou para baixo ao chão onde ele estava empurrando
pequenos seixos com o dedo do pé da bota dele. Ela teve uma oportunidade boa para
estude a face dele, e se ajudou disto. Ele se parecia o pai dele,
com a cabeça grande, bonita dele, e os olhos azuis dele, mais corajoso talvez de
a proeminência deles/delas que de qualquer olhar direto ou fogo. A face dele estava pálida,
e sombreou através de preocupação ou descontente. Parecia como se um reprimido
caráter mostrou lá. A boca dele e queixo eram indisciplinados. Columbino
não pôde imaginar que ela menosprezou qualquer coisa que ela viu nas características de
este homem jovem. Ainda havia algo sobre ele isso a segurou indiferente.
Ela tinha se decidido para fazer a parte dela abnegadamente. Ela acharia o
melhor nele, como ele para isto, seja forte suportar e ajudar. Ainda ela
não tido nenhum poder para controlar as percepções vagas e estranhas dela. Por que era isto
que ela não pudesse sentir nele o que ela gostou em Jim Montana ou Lem ou
Wilson Moore?

"Este era meu segundo permanência longa longe de casa", disse Belllounds. "O
primeiro era quando eu entrei para a escola em Cidade de Kansas. Eu gostei isso. Eu era
arrependido quando eles me se mostraram--me enviou casa.... Mas os últimos três anos
era inferno."

A face dele trabalhou, e uma sombra de sangue escuro ondulou em cima disto.

"Você trabalhou?" Aquilégia examinada.

"Trabalhe! Era pior que trabalhe.... Seguramente eu trabalhei", ele respondeu.

O relance afiado de aquilégia buscou as mãos dele. Eles olharam como macio e
unscarred como o próprio dela. Que tipo de trabalho teve ele terminado, se ele contasse	

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