a verdade?
"Bem, se você trabalhar duro para pai, aprenda controlar os vaqueiros, e nunca
leve esses hábitos ruins velhos--"
"Você quer dizer bebida e cartões? Eu juro eu tinha os esquecido para três
anos--até ontem. Eu considero eu tenho o melhor deles."
"Então você o pai e me fará feliz. Você estará contente, também."
Aquilégia vibrou ao toque de delicadeza que sai nele. Havia
bom nele, qualquer as brincadeiras furiosas, selvagens da juventude dele.
"Pai quer que nós nos casemos", ele disse, de repente, com timidez e um estranho,
sorriso divertido. "Não é aquele engraçado? Você e eu--que lutava como gato
e cachorro! Você se lembra do tempo eu o empurrei no lama-buraco velho?
E você se deita em espera para mim, atrás da casa, me bater com um
repolho podre?"
"Sim, eu me lembro", Aquilégia respondida, dreamily. "Parece tão há muito tempo."
"E o tempo você comeu minha torta, e como eu sobrevivi rasgando fora até mesmo seu
pequeno vestido, assim você teve que quase correr para casa sem um ponto em?"
"Adivinhe eu esqueci que", Aquilégia respondida, com um rubor. "Eu devo
foi então muito pequeno."
"Você era um pequeno diabo.... Você se lembra da briga com a que eu tive
Moore--sobre você?"
Ela não respondeu, porque ela repugnou a expressão passageira que
cruzado a face dele. Ele se lembrou muito bem.
"Eu resolverei aquela contagem com Moore", ele foi em. "Além, eu não terei
ele na fazenda."
"Pai precisa de mãos boas", ela disse, com os olhos dela nos declives de salva cinzas.
Mencione de Wilson Moore aumentou a indiferença nela. Um aborrecimento
picado ao longo das veias dela.
"Antes de nós adquiríssemos qualquer mais distante eu gostaria de saber algo. Já tem o Moore
amor feito para você?"
Feltro columbino que picando aumentam a uma onda quente, afiada de sangue. Por que
ela estava à mercê de sensações estranhas, rápidas, pouco conhecidas? Por que fez
ela hesita em cima daquela questão natural de Jack Belllounds?
"Não. Ele nunca tem", ela respondeu, agora.
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