leve parte em uma batalha onde são executadas muitas ações heróicas, e onde
Turnus, Mezentius, e Lausus provam bravest no lado do inimigo,
embora eles acham a partida deles/delas em Eneas, Pallas, e Iulus. Entre o
duelos brilhantes lutaram, menção deve ser feita de um entre Pallas e
Turnus onde todavia a coragem dele que o príncipe de Trojan sucumbe.
Depois de tirar o companheiro dele da armadura dele, Turnus abandona o cadáver dele
para os amigos dele que lamentam para pensar que ele perdeu a vida dele enquanto ajudando
eles. Jurando o vingar, Eneas próximos ataques o inimigo dele com tal fúria
que parece como se o último dia de Turnus veio, mas o Juno alega assim
eloqüentemente no lado dele que, embora Destino decretou que ele deve
pereça, ela lhe concede repouso breve.
Preservar Turnus dos sopros mortais do real Eneas, Juno,
o faz procurar um inimigo de fantasma a bordo de um navio cujo ancoradouros ela
solta, enquanto o fixando à toa assim no Tiber. Só percebendo então
como ele foi enganado, Turnus ameaça se matar, mas é
contido por Juno que depois de por algum tempo lhe permite pousar e devolver
a batalha. Assim privado do inimigo principal dele, o Eneas percorre em cima do
batalha-campo onde ele fere Mezentius e mata Lausus. Vendo o seu
filho amado foi, Mezentius está tão ansioso morrer que ele ofereça agora
uma garganta de unresisting para Eneas que o mata naquele mesmo lugar.
"Um benefício (se derrotou o inimigo pode almejar
A graça do vencedor) eu pergunto--uma sepultura.
Meus assuntos coléricos me arredondam espera:
Me proteja do ódio selvagem deles/delas,
E me deixou entrar a tumba desfrute
A presença de meu menino morto."
_Book XI._ que tem feito um troféu do espólio dos inimigos, Eneas, até mesmo,
antes de proceder enterrar os próprios camaradas dele, adorna o corpo de Pallas
e manda de volta isto a Etruria. Então ele pechincha com Turnus'
embaixadores para uma trégua de doze-dias durante qual ambas as festas
celebre funerais pomposos, o melhor de todo o ser o de Pallas.
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