cem e vinte e cinco ligas." Toscanelli diz novamente, "Você vê isso
a viagem que você deseja tentar é muitas pernas difícil que seria
pensamento. Você estaria seguro disto se você se encontrasse tantas pessoas quanto eu faço que
esteve no país de temperos."
Enquanto havia tantos sugestões feitas que seria possível para
cruze o Atlântico, havia um homem que determinou para fazer isto. Isto
homem era o Cristóvão Colombo. Mas ele soube bem que ele não pudesse fazer
isto só. Ele tem que ter dinheiro bastante para uma expedição, ele tem que ter
autoridade para recrutar tripulações para aquela expedição, e ele tem que ter poder para
governe essas tripulações quando eles deveriam chegar na Índia. Por nossas vezes
tais aventuras foram administradas através de corporações mercantis, mas em
essas vezes ninguém pensou de fazer qualquer tal coisa sem o direto
ajuda e apoio de algum monarca.
É agora fácil de ver e dizer que o próprio Colombo era singularmente
bem provido se encarregar da expedição de descoberta. Ele era um
marinheiro excelente e ao mesmo tempo ele era um geógrafo instruído e
matemático bom. Ele estava morando em Portugal, os reis de qual
país, por muitos anos, tinha nutrido a exploração da costa de
África, e estava empurrando expedições mais distante e mais distante Sul.
Fazendo isto, estavam eles, em uma moda, fazendo descobertas novas. Para
Europa era completamente ignorante da costa ocidental de África, além do
Canárias, quando as expedições deles/delas começaram. Mas todos os homens de aprender
sabido que, quinhentos anos antes da era cristã, Hanno, um
Cartaginês, tinha velejado redonda África debaixo da direção do senado
de Cartago. Os esforços do Rei de Portugal eram repetir o
viagem feita por Hanno. Em 1441, velejaram Gonzales e Tristam até onde
Leone de Sierra. Eles devolveram alguns pretos como escravos, e isto era o
começando do tráfico de escravos.
Em 1446 o português tomou posse do Açores, o mais ocidental,
pontos do Mundo Velho. Passo por passo eles avançaram para o sul, e
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