somado era muito mais que um-oitavo do custo e chegou a meio um
milhões de maravedis.
CAPÍTULO III. -- A GRANDE VIAGEM.
O ESQUADRÃO VELEJA--REFITS EM ILHAS DE CANÁRIO--ESPERANÇAS E MEDOS DO
NAVEGUE--AS DÚVIDAS DA TRIPULAÇÃO--TERRA DESCOBRIU.
Afinal tudo estavam prontos. Quer dizer, a frota era tão distante pronto isso
Colombo estava pronto a começo. Os recipientes eram pequenos, como nós pensamos de
recipientes, mas ele não estava insatisfeito. Ele diz no princípio de seu
diário, "eu armei três recipientes muito ajuste para tal um empreendimento." Ele
tinha deixado Granada tão tarde quanto o décimo segundo de maio. Ele tinha cruzado a Espanha para
Palos, (*) e em menos de três meses tido provido fora os navios e era
pronto para mar.
(*) Palos é agora tão insignificante um lugar que em alguns
mapas importantes de Espanha que não será achado. É no
lado oriental do rio de Tinto; e Huelva, no lado ocidental,,
aconteceu.
O porto de Palos é arruinado agora. Lama e embaraça, trouxe abaixo pelo
Rio Tinto, encheu para cima a baía, de forma que até mesmo barcos pequenos não possa
chegue a costa. Porém, o viajante acha a ilha de Saltes,
totalmente fora da baía, muito como o Colombo deixou isto. É um cuspe pequeno de
lixe, coberto com conchas e com alguns ervas de beira-mar. A própria conta dele
da grande viagem começa com as palavras:
"Sexta-feira, 3 de agosto de 1492. Fixe vela da barra de Saltes às 8 horas,
e procedeu com uma brisa forte até pôr-do-sol sessenta milhas, ou quinze
ligas sul, posteriormente sudoeste e sul por oeste no qual é o
direção das Canárias."
Então, se aparece que a grande viagem, o mais importante e
próspero já fez, começou na sexta-feira, o dia que é dito que é assim
muito repugnado por marinheiros. Colombo nunca alude a esta superstição.
Ele sempre tinha pretendido velejar primeiro para as Canárias que eram os mais mais
terra ocidental então conhecida na latitude da viagem dele. De Lisboa para
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