a aspereza do mar que quase os apertou em todos os lados. Eles
visto indicações da proximidade da terra; eles eram na realidade, mesmo
se aproxime Lisboa."
Em Lisboa, depois de uma recepção que era no princípio sincera, o português
oficiais mostraram um inhospitality assim de Castaneda no Açores.
Mas o próprio rei mostrou mais dignidade e cortesia. Ele recebeu o
Almirante tempestade-lançado com distinção, e o permitiu a refit o seu
recipiente quebrado com tudo ele precisou. Colombo levou esta ocasião para
escreva aos próprios soberanos dele.
No décimo terceiro velejou ele novamente, e no décimo quinto entrou a baía
e porto de Palos antes do qual ele tinha deixado seis meses e um meio. Ele
tinha velejado na sexta-feira. Ele tinha descoberto a América na sexta-feira. E na sexta-feira
ele voltou seguramente à casa dele.
O diário dele da viagem termina com estas palavras: "Eu vejo por esta viagem
aquele Deus provou o que eu digo maravilhosamente, como qualquer pessoa pode convencer
ele, lendo esta narrativa, pelas maravilhas notáveis que ele tem,
trabalhado durante o curso de minha viagem, e a favor de mim, têm que
sido para tão longo um tempo no tribunal de seu Highnesses em oposição
e ao contrário das opiniões de tantos personagens distintos de seu
casa que tudo me opuseram, enquanto tratando meu projeto como um sonho, e meu
empreendendo como uma quimera. E eu ainda espero, não obstante, em nosso Deus,
esta viagem trará a maior honra a Cristianismo, embora isto
foi executado com tanto facilidade."
CAPÍTULO VII. -- COLOMBO É CHAMADO PARA CONHECER O REI E RAINHA
--A RECEPÇÃO MAGNÍFICA DELE--NEGOCIAÇÕES COM O PAPA E COM O
REI DE PORTUGAL--SEGUNDA EXPEDIÇÃO ORDENOU--O FONSECA--AS PREPARAÇÕES
A CADIZ.
A carta que o Colombo enviou de Lisboa ao rei e a rainha era
em todos lugares publicado. Excitou o entusiasmo primeiro de Espanha e então
do mundo. Esta carta achada nas edições mais cedo é agora um de
as curiosidades mais escolhidas de bibliotecas. Bem pode ser, para isto é o
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