era pelo menos um precedente para tal ação. Um papa anterior tinha concedido
para Portugal todas as terras que poderia descobrir na África, sul de
Capa Bojador, e a coroa espanhola tinha consentido através de tratado a isto
arranjo. O Ferdinand e Isabella poderiam recorrer agora a este precedente,
pedindo uma concessão a eles das descobertas deles/delas no lado ocidental
do Atlântico. O papa que reina agora era Alexander II. Ele não teve muito tempo
enchido a cadeira papal. Ele era um soberano ambicioso e prudente--um
nativo de Espanha--e, embora ele teria agradado o rei alegremente de
Portugal, ele estava bastante pouco disposto desagradar os soberanos espanhóis.
O tribunal romano recebeu com respeito que o pedido fez a eles. O
papa expressou a alegria dele às esperanças lançadas fora para a conversão de
o pagão que os soberanos espanhóis tinham expressado, como teve o Colombo
sempre feito. E tão pronto era os pedidos espanhóis, e tão pronto o
a resposta de papa que já em 3 de maio de 1493, um touro papal foi emitido
conheça os desejos de Espanha.
Este touro determinou para a Espanha e para Portugal que todas as descobertas
feito ocidental de uma linha meridiana cem oeste de ligas do Açores
deveria pertencer para a Espanha. Todo o leste de descobertas daquela linha deveria pertencer
para Portugal. Nenhuma referência foi feita a outros poderes marítimos, e faz
não pareça ter sido suposto que outros estados tiveram qualquer direito dentro tal
assuntos. A linha assim organizada para as duas nações foi mudada pelo deles/delas
próprio acordo, em 1494, para um norte e linha trezentos sul e
cinqüenta oeste de ligas do de de Capa Ilhas de Verde. A diferença entre
não era suposto que as duas linhas eram importantes.
A decisão assim feita foi respeitada muito tempo. Debaixo de uma impressão enganada
sobre a longitude das Ilhas filipinas na Índia Oriental, Espanha
segurou essas ilhas, debaixo desta linha de divisão, desde então o deles/delas
descoberta por Magellan. Ela considerou ela intitulou todos o
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