por causa das limitações de espaço.
D.S.
NOVA IORQUE,
Março, 1921.
CONTEÚDOS
INTRODUÇÃO: O FANTASMA IMPERECÍVEL
OS SALGUEIROS
POR ALGERNON BLACKWOOD
AS SOMBRAS NA PAREDE
POR MARY O E. WILKINS HOMEM LIVRE
O MENSAGEIRO
ATRAVÉS DE ROBERT W. CHAMBERS
LAZARUS
POR LEONID ANDREYEV
A BESTA COM CINCO DEDOS
POR W. F. HARVEY
A MASSA DE SOMBRAS
POR A ANATOLE FRANÇA
O QUE FOI?
POR FITZ-JAMES O'BRIEN
O DEDO DO PÉ MEDIANO DO PÉ CERTO
POR AMBROSE BIERCE
A CONCHA DE SENSO
POR OLIVIA HOWARD DUNBAR
A MULHER A SETE IRMÃOS
POR WILBUR DANIEL STEELE
NO PORTÃO
POR MYLA JÔ CLOSSER
LIGEIA
POR EDGAR ALLAN POE
O POMAR ASSOMBRADO
POR RICHARD LE GALLIENNE
O BOWMEN
POR ARTHUR MACHEN
UM FANTASMA
POR SUJEITO DE MAUPASSANT
Os Salgueiros
POR ALGERNON BLACKWOOD
De _The Listener_, por Algernon Blackwood. Publicado na América por
E.P. Dutton, e na Inglaterra por Everleigh Nash, Ltd. Através de permissão
dos publicadores e Algernon Blackwood.
EU
Depois de deixar Viena, e longo antes de você viesse a Buda-Pesth, o Danúbio,
entra em uma região de solidão singular e desolação onde suas águas
esparrame fora em todos os lados embora um canal principal, e o país
se torna um pântano para milhas em milhas, cobertas baixo por um mar vasto de,
salgueiro-arbustos. Nos mapas grandes abandonou isto área é pintada dentro um fofo
azula, enquanto crescendo mais lânguido em cor como deixa os bancos, e por isto possa
seja visto em cartas dispersas grandes a palavra _Suempfe_, significando pântanos.
Em inundação alta esta grande área medida em acres de areia, telha-camas, e salgueiro-crescido
ilhas quase são tampadas pela água, mas em estações normais os arbustos
dobre e sussurre nos ventos grátis, enquanto mostrando as folhas prateadas deles/delas para o
sol em uma planície já-comovente de desnortear beleza. Estes salgueiros
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