separado e repeliu em qualquer apóia, enquanto me deixando atravessar isto.
Em só pouco tempo eu estava correndo perto de um bezerro amarelo. Correu mesmo
jejum, e para um pequeno tempo eu não pude colher isto; entretanto parecia
vá mais lento, e meu cavalo se aproximou perto disto. Eu atirei uma seta e perdi isto,
e então outro, e não perdeu; a seta se aprofundou nisto, há pouco,
antes das costelas curtas, e um momento posteriormente eu poderia ver sangue que vem de
a boca do bezerro; e eu corri em adquirir outro. Eu matei outro, e então
parado e baixou. O rebanho tinha passado, e eu comecei a abater o último
bezerro; e antes de eu tivesse terminado que meu tio montou até mim e disse, "Bem,
filho, você matou qualquer coisa?" Eu lhe falei que eu tinha matado dois bezerros; e
nós voltamos e procuramos o outro. Ele me ajudou a abater, e nós pusemos
a carne e peles de ambos os bezerros em meu cavalo e então devolveu o
acampamento.
Quando nós alcançamos lá, meu tio se levantou em frente ao chalé, e convocou
com uma voz alta, dizendo: "Este dia meu filho perseguiu búfalo, e tem
morto dois bezerros. Eu dei um de meus melhores cavalos a Raposa Vermelha." Isto ele
convocado várias vezes, e ao mesmo tempo ele enviou um homem jovem a seu
hospede, enquanto lhe dizendo que trouxesse um certo cavalo bom que ele nomeou. Antes de
muito longo o homem jovem veio com o cavalo, e sobre o mesmo tempo o
homem velho Raposa Vermelha que era pobre e manca e sem relações, foi visto
mancando para o chalé, tossindo como veio ele.
Nos dias jovens dele tinha estado Raposa Vermelha um valente e tinha feito muitos coisas de bem,
mas ele tinha sido atirado na coxa, na batalha, e a perna dele nunca tinha curado,
de forma que ele não pôde ir para guerra. Depois disso, a esposa dele e então as crianças dele
um por um tinha morrido, ou sido matado na batalha, e agora ele não teve nada de
o próprio dele, mas morou no chalé com amigos--as pessoas que eram amável a ele.
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