do Saracens. Dentro de três anos Alexandria e o vale rico de
o Nilo seja o prêmio de Amru e o exército dele. A conquista de Egito só
formado a pisar-pedra à redução de África, e o vitorioso
Muçulmanos não pausaram na carreira deles/delas até que eles chegaram ao Atlântico
Oceano, e Akbah,[3] indo com o cavalo dele no mar, suspirou mais para
mundos para conquistar. Nós podemos ser desculpados talvez por pensar que teve
sido bem para os habitantes do Mundo Novo, se Fortuna tivesse entregado
eles nas mãos dos árabes generosos em lugar de para o cruel
tropa de Cortes e Pizarro.
[1] Al Makk., ii. 34. "Em o que são empoleirados trinta bárbaros
uma pedra? Eles têm que morrer inevitavelmente."
[2] a "Adoração de Herói" de Carlyle finem de anúncio.
[3] Cardonne, i. pág. 37; Gibbon, vi. 348, nota.
Em 688, está isso, em um pequeno mais que uma geração da morte de
Maomé, os muçulmanos empreenderam o assédio de Constantinopla. Felizmente
para a causa de civilisation e de Cristandade, este assédio longo de
vários anos provaram malsucedido, como também um segundo ataque em 717.
Mas pela data posterior o fundamento na Europa que o valor do
Bizantino os negaram, já tinha sido ganho pela expedição em
Espanha debaixo de Tarik em 711. O mesmo ano do que testemunhou o cruzamento
os Dilemas de Gibraltar no Ocidental também viu no Leste a passagem de
o Oxus pelos guerreiros ansiosos de Islã.
Parece ser um pouco de chão por supor que o Saracens teve
Espanha atacada até mesmo antes do tempo de Tarik. Já em 648, ou só
um ano depois da invasão de África, é dito que uma expedição tem
sido feito naquele país debaixo de ibn de Abdullah Sa'd,[1] que resultou
na subjugação temporária das províncias sulistas. Um segundo inroad
é mencionado por Abulfeda[2] como tendo acontecido no reinado de Othman
(644-656); enquanto para uma incursão no reinado de Wamba (671-680) nós
tenha a autoridade dos historiadores espanhóis, Isidore de Beja e
|