o Phrygian tinha falhado, e ele tinha oferecido incenso aos deuses. África
também tinha tido os mártires de ego-acusado dela.
Mas os confessores espanhóis têm um interesse em cima de e sobre estes, ambos
por causa do número deles/delas e a constância nas quais eles exibiram
a tarefa ego-imposta deles/delas. Não um único exemplo é registrado, entretanto lá
pode ter sido algum tal, onde o mártir que pretende ser de medo ou qualquer
outra causa renunciou à coroa dele. Além disso estes martírios, dividindo,
a Igreja na pergunta do mérito deles/delas, se, quer dizer, o
vítimas seriam enfileiradas como verdadeiros mártires ou não, e, dando origem um
controvérsia escrita no assunto, nos proveu com amplo, se
bastante unilateral, materiais por calcular a provocação dada, e
recebido, em qualquer lado.
Como tempo foi em, e os cristãos e muçulmanos entrosaram mais de perto
junto em vida política e social, a Igreja nenhuma dúvida sofreu alguns
deterioração. Todo motivo interessado foi se alistado em favour de
derrubando até onde possível fora de sight[1] essas características distintivas
de Cristianismo que poderia ser calculado para dar ofensa para o
Muçulmanos; de conformar a tudo essas alfândegas maometanas nas quais não são
a Bíblia expressamente proibido a um Christian;[2] e, geralmente, de
enfatizando os pontos nos quais Cristianismo concorda com Mohammedanism,
e ignorando esses (mais importante) em qual eles diferem. O
Muçulmanos não tiveram nenhuma tal razão por encobrir as convicções deles/delas, ou
modificando as doutrinas deles/delas. Por conseguinte uma paralisia espiritual estava rastejando
na Igreja que ameaçou com o passar do tempo se não conferiu,
destruir a mesma vida de Cristianismo ao longo da península. O
caso de África da qual o Islã tinha extirpado Cristianismo, mostrou
que este não era nenhum perigo imaginário. Mas a Espanha teve esta vantagem em cima de
África: conteve uma comunidade Cristã grátis que nunca tinha passado
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