excomunhão. [4]
[1] _Ibid._, segundo. 15--"Ne anúncio martyrii surgerent palmam,
extorsimus de iuramentum... et maledictum ne maledictionibus
impeterent, evangelio et cruce educta, improbiter de iurare de vi,
fecimus."
[2] _Ibid._, cp. Alvar, "Vida de Eulog.," iv. segundo. 12--"Duris
agitati de tormentis, sunt de commoti."
[3] Eulog., "Mem. Sanct." i. segundo. 28--"Ne ceteri anúncio huiusmodi
palaestram discurrant schedulis anathematum por varia de loca
iubentur de damnari." Alvar, "Ind. Lum.," segundo. 31--"Plerosque
patres anathematizantes talia patientes."
[4] Eulog., "Mem. Sanct.," iii. c. iv. segundo. 5.
Esta ação contra os zelotes estava em toda a probabilidade levada, se não a
a instigação das autoridades muçulmanas, contudo em concerto íntimo com
eles. Eulogius[1] atribui todos os males que tinham acontecido o
Igreja, como a prisão de bispos, padres, abades, e
diáconos, para a ira do Rei,; e Alvar distintamente estados que o
Rei foi urgido, até mesmo subornou, levar medidas contra os cristãos. [2]
Não é provável que o Rei requereu para muito persuadindo. Maomé a
menos parece ter sido amedrontado completamente pelos continuaram
agitação contra Mohammedanism. Ele suspeitou naturalmente algum político
delineie ao fundo disto; uma suposição que recebe algum semblante
das várias referências em Eulogius[3] para os mártires como "Soldados
de Deus" salto para guerra contra os inimigos muçulmanos dele; e do indubitado
fato que os cristãos de Toledo subiram em favour do deles/delas
correligionários a Cordova. [4] Porém isso pode ser, o Rei em 852
certamente levado counsel[5] com os ministros dele, como a agitação deve
seja conhecido, e ele parece ter ajuntado um tipo de council[6 principal] de
a Igreja, quando a mesma pergunta foi discutida. Medidas mais fortes eram
por conseguinte levado, e uma prisão mais rigorosa recorreu. Mas
Maomé foi mais distante que isto. Ele privou dos postes deles/delas tudo
Cristãos que seguraram escritórios no palace,[7] ou com relação ao
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