John Servus Dei, Bispo de Toledo, para o Muzarabes com consideração,
para os recentes martírios e apostasias, pretendendo ter sido
escrito em 937.
[5] Dozy, ii. 47.
[6] Alvar, "Ep.," xiii. 3. Samson, "Apol.," ii. cc. ii.-iv.
Como seria esperado, árabe começou a deslocar o latim ao longo de logo
o país, e até mesmo antes do nono século que os Bíblia eram
traduzido na língua dos conquistadores [1] por Odoarius, Bispo de
Accita, e John de Sevilha. Hischem eu. (788-796) proibiu o uso de qualquer
idioma mas árabe, de forma que os assuntos Cristãos dele tiveram usar árabe
Gospels;[2] e os espanhóis eram logo nem mesmo permitido escrever dentro
Latim. [3] Até mesmo se esta declaração é duvidosa, nós sabemos que o latim veio
gradualmente ser negligenciado e esquecido. Alvar profere um eloqüente
proteste contra isto: "Ai, os cristãos são ignorantes do próprio deles/delas
língua, e os latinos negligenciam o idioma deles/delas, de forma que em toda a Faculdade de
Christ[4] há ser achado um de que pode escrever um endereço escassamente
bem-vindo ao intelligibly de irmão dele em latim, enquanto podem ser achados números
competente declamar a retórica florida do Chaldeans."[5] no
departamento de poesia--a ostentação estranha dos árabes--os cristãos
pareça ter ultrapassado os mestres deles/delas até mesmo; e para a rivalidade dos dois
nações nesta arte nós podemos atribuir a excelência e abundância de
baladas nativas das quais a Espanha pode ostentar.
Nós vimos como Eulogius fez o dele melhor conferir esta negligência de latim,
introduzindo na Espanha algumas das obra-primas naquele idioma; mas
é duvidoso se os esforços dele tiveram muito resultado. Nós podemos ver do
restos dos escritores espanhóis que nós possuímos que a estrutura de
aquele idioma tinha se degenerado consideravelmente na Espanha. [6]
[1] Murphy, "Hist. Mahom. Império na Espanha", pág. 309.
[2] Yonge, pág., 60.
[3] Conde, i. 239.
[4] "Omni collegio de Christi."
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