Zane Grey

O Dia da Besta

	
se weighted. Como fresco e macio o toque de folhas! Então, o rio de
pulsando fogo que era o sangue dele, parecia mover novamente. E o sombrio
doa, fundo nos ossos, possesso os nervos dele. No peito dele lá
começado a um vibrar, como se estivessem sendo picados milhares de bolhas minúsculas
para estourar nos pulmões dele. E a coceira para tossir voltou a seu
garganta. E toda sua carne parecia em contenção com um vazar lentamente
força. Sono poderia vir talvez depois que dor tivesse acalmado. O coração dele bateu
unsteadily e debilmente, às vezes com uma pequena agitação estranha. Como
muitas horas intermináveis cansadas o tiveram suportado! Mas para-noite que ele também era
longe gasto, muito longe ido por vigilância longa. Ele acumulou fora e afundou
como se em oblivion preto donde lá soou o rolo terrível
tambores, e imagens moveram debaixo de nuvens cinzas, e os homens estavam correndo como
fantasmas. Ele despertou de pesadelos, molhados com suor frio, e posição
encarando a negridão novamente, mais uma vez vivo a dor periódica.
Dor que era uma história velha, velha, contudo já agudo e insistente e
impiedoso.

A noite usou em, hora por hora. O relógio de palácio de justiça tocou um
único tinido jovial fundo. Uma hora! Pista vibrou ao som. Isto
devolvido os dias escolares, os dias de férias, o verão índio,
dias quando as colinas eram douradas e a neblina roxa pendurou em cima do
terra--os dias que eram ser nenhum mais para Pista de Daren.

Ao longe em algum lugar um motor-carro zumbiu, e veio mais íntimo, mais alto,
rua abaixo, reduzir a velocidade seu som com rangido corrediço e chocalhar fora
em frente à casa. Pista ouviu risada e vozes de uma festa de
pessoas jovens. Passos, pesado e ilumina, surgiu o passeio, e em para
a varanda. Lorna estava voltando bastante tarde do movimento-quadro,
Pista pensada, e ele elevou a cabeça dele do travesseiro, apoiar para,
a janela aberta, escutando.

"Venha por, kiddo", disse a voz de um menino, cascudo e baixo.	

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