Zane Grey

O Dia da Besta

	
o sorriso maravilhoso dela que era uma luz de alegria--uma criança de quinze com
caráter e nota, não contudo sujou, não contudo completamente a vítima para o
espírito instável do dia.

E viajando neste exército que parecia marchar antes dos olhos de Pista
era o slackers, como Mackay e Swann, o representante daquela horda
de covardes que em de uma maneira ou de outra tinha evitado o serviço--o
homens jovens que puseram conforto, facilidade, segurança, prazer antes de todo outro--quem
tido nenhum ideal de feminilidade--que não poderia ter protegido as mulheres--quem
não lutaria para salvar as mulheres do apish Huns--que permaneceu atrás
desabar a destruição da degeneração de guerra, e dançar, para
beba, fumar, montar as mulheres à humilhação deles/delas.

E para o primeiro e a última Vez de tempo lamentou para ele, pitifully,
como perdeu uma criança e desamparado, como um homem forte que enfrenta perda irreparável,
como um menino que tinha sonhado sonhos bonitos que tinham amado e tinham dado
e confiou, que tinha sofrido agonias de insupportable de corpo e alma,
que tinha lutado como um leão para o que ele representou a ele, que teve
morto e matou--e de quem recompensa era mudança, indiferença, traição,
e morte.

Aquela hora de escuridão passada. Posição de pista gastou na negridão do quarto dele.
O coração dele tinha quebrado. Mas o espírito dele era tão inextinguível quanto o fogo
do sol. Se ele tivesse um ano, um mês, uma semana, um dia mais longo viver ele
nunca poderia viver isto falso para ele. Vida tinha o marcado ser um
sofredor, uma vítima. Mas nada poderia matar a alma dele. E a alma dele era
a fé dele--algo ele entendeu como fé em Deus ou natureza ou
vida--na razão para o ser dele--na visão dele do futuro.

Como então gastar esta última sobra da vida dele! Ninguém adivinharia
o que atravessou a alma só dele. Ninguém se preocuparia. Mas fora do
sofrer isso agora pareciam lhe dar espírito e sabedoria e caridade	

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