Edgar A. (Edgar Albert) Guest
E uma vez mais nossas tropas de homens
É os irmãos da bandeira.
E da tempestade que paira baixo,
E do mar bravo
Onde perigos espreitam e ódio no trabalho.
Virá vitória nova.
A bandeira não saberá raça nem credo,
Nem faixas diferentes de homens;
Umas pessoas círculo forte deve multidão
Para ne'er divida novamente.
Pensamentos de abril
Escute a risada do riacho que é racin' por!
Escute o tagarele dos preto-pássaros na cerca!
Esteja de pé um' veja as belezas do azul isso está no céu--
Então pergunta de Deus por que os mortais têm nem todo senso melhor
Que disputar um' batalhar
Onde as armas um' chocalho de canhão
Um' matar um ao outro um' encher o mundo de ódio.
Deus traz os brotos para florescer
Onde o lance de brisas suave 'em
Um' a alma é cega a beleza que leva raiva por seu companheiro.
Escute o singin' dos pisco-de-peito-ruivos nas árvores!
Veja o flashin de raios de sol' onde eles são refletidos pelo fluxo!
Ouça o buzzin sonolento' do mel-seekin' abelhas,
Então atraia um pequeno mais íntimo a seu Deus o tempo que você sonha.
Quando o mundo é vestido para o alegrar
Você não O sente standin' perto de você?
Quando sua alma bebe na beleza das maravilhas no plano dele,
Um' você guardou suas paixões,
Não faça você pensa os trabalhos que Ele forma
Na beleza deles/delas um' a grandeza deles/delas escarnece a pequenez de homem?
Oh, eu nunca caminho um pomar nem um campo com strewn de margaridas,
Um' eu nunca posto nu-encabeçou gazin' em todos lugares sobre
Às alegrias vivas ao redor de mim, seja isto manhã, noite ou meio-dia,
Mas eu peço para Deus que me perdoe que eu já segurasse uma dúvida.
Seguramente homens têm que entrar em cegueira,
Com o mundo inteiro afinado a bondade,
Um' todo bobo um' criaturas emplumadas razoavelmente bubblin' o'er com glee
Se dedicar a loucura
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